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Marcelo lamenta morte de médico e defende “adequados meios e carreiras no SNS”

Presidente da República apresenta “sentidas condolências” à família e amigos do médico, de 68 anos, que morreu com Covid-19 no Hospital de São José.

O Presidente da República lamentou esta sexta-feira a morte de um médico com Covid-19 em Portugal e a esse propósito defendeu que os profissionais de saúde merecem os adequados meios e carreiras no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa afirma que esta morte “na frente de combate” à Covid-19 vem lembrar “a grande dedicação e risco dos profissionais de saúde na luta contra a pandemia, que pode mesmo atingir o sacrifício supremo da vida”.

“Todas as palavras não são demais para sublinhar e elogiar este esforço, que merece mais do que palavras e reconhecimento, merece os adequados meios e as adequadas carreiras no seio do SNS. E também nos lembra que a pandemia ainda não está dominada e que as medidas de precaução continuam a impor-se”, acrescenta o chefe de Estado.

Marcelo apresenta “sentidas condolências” à família e amigos do médico que na quinta-feira morreu, aos 68 anos, no Hospital de São José e também ao Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central.

Este é o primeiro caso conhecido de uma morte com Covid-19 neste grupo profissional em Portugal. A notícia foi avançada na quinta-feira à noite pelo jornal Público, segundo o qual o médico, de 68 anos, estava internado há mais de 40 dias nos cuidados intensivos e terá sido infetado por um colega.

Sindicato pedes testes generalizados
O Sindicato Independente dos Médicos acusa o Ministério da Saúde, de ocultar o número de casos positivos em médicos. À Renascença diz que o número de clínicos infetados é bem maior.

Jorge Roque da Cunha apela também à tutela para que todos os profissionais sejam testados, incluindo aqueles que não apresentam sintomas, reafirmando a importância de haver uma testagem generalizada para que os profissionais de saúde não sejam um perigo para colegas ou utentes.

“É essencial que o Ministério da Saúde proteja os seus profissionais, e que cesse a descriminação que existe em relação aos testes que são feitos aos profissionais de saúde. Só quando existem sintomas depois de contactos é que se fazem testes”, afirma.

Em Portugal, onde os primeiros casos foram confirmados no dia 2 de março, morreram 1.524 pessoas num total de 38.089 casos de infeção contabilizados, de acordo com o relatório de quinta-feira da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A pandemia de Covid-19, doença provocada por um novo coronavírus detetado em dezembro do ano passado na China, atingiu 196 países e territórios e provocou mais de 450 mil mortos a nível global, segundo um balanço feito pela agência de notícias francesa AFP.

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FonteRR
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