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Importação de produtos da cesta básica cai 60 por cento

O volume de importação de produtos da cesta básica teve, de Janeiro a Maio, uma redução de 60 por cento, devido às consequências do impacto da pandemia da Covid-19, na economia, informou, ontem, em Luanda, a nova directora nacional do Comércio Externo, Augusta Fortes.

Apesar de a redução ser consequência da pandemia, já que alguns mercados mantiveram-se fechados, o Ministério do Comércio e Indústria vê, neste cenário, uma oportunidade para explorar o mercado interno. Por isso, de acordo com Augusta Fortes, a meta é reduzir o volume de importação para 20 por cento, uma vez que a produção nacional tem vindo a elevar-se, cada vez mais e, em alguns sectores, não se justificava a importação de alguns produtos.

“Estamos a constatar in loco, visitando as fábricas para percebermos aquilo que é produzido, o que vai para nosso stock e o consumo per capita dos angolanos para se determinar os níveis de importação”, disse Augusta Fortes, à imprensa, no final de uma cerimónia de tomada de posse de novos directores nacionais do Ministério do Comércio e Indústria.

Sobre políticas para dinamizar o sector do Comércio, Augusta Fortes referiu que existem várias, viradas para o mesmo efeito, tendo apontado, como exemplo, o projecto de Desenvolvimento Rural, recentemente aprovado, que vai desenvolver e potenciar a produção nacional.

Novos directores

Os novos directores do Ministério do Comércio e Indústria, nomeados há dias, foram empossados, ontem, em Luanda, pelo ministro Victor Fernandes, que apontou maior dedicação, empenho e a execução prática dos planos, como os principais focos para desenvolvimento do sector. Em momentos separados e isolados, como medida de segurança devido à Covid-19, tomaram posse 11 quadros, entre os quais, César Augusto Ferreira Lopes da Cruz, para director nacional da Indústria, Joaquim Luís Pipa, director nacional do Desenvolvimento do Comércio Rural.

Augusta de Carvalho Gando Frederico Fortes vai ocupar o cargo de directora nacional do Comércio Externo. Ao intervir na cerimónia, o ministro do Comércio e Indústria garantiu que a situação do stock alimentar está controlada, sublinhado que, a partir do monitoramento frequente, não houve registo, até ao momento, de ruptura.

Visitas a estabelecimentos

O ministro Victor Fernandes visita as infra-estruturas logísticas e estabelecimentos comerciais de Luanda, com o objectivo de assegurar a capacidade de stock, existência de produção nacional e fornecimento de bens à população. A actividade insere-se num conjunto de visitas que o ministro tem realizado, como forma de constatar a capacidade instalada de algumas bases logísticas.

Constam do programa de visitas, desta primeira fase, as bases da Newaco Group, SA, na Avenida Fidel Castro, da Shoprite e Casa dos Frescos (no Pólo Industrial de Viana), Maxi, no Morro Bento, e Pomobel, em Talatona.

FonteJA

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