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Zé Ricardo estreia-se no mercado literário com “Confissão de um amor proibido”

O Jornalista e cronista José Ricardo, estreia-se no mercado literário com a obra intitulada “Confissão de um amor proibido”. A escrita sempre foi sua paixão, gosto adquirido no seio familiar. É por isso que cedo ingressou para o Jornalismo. Com muitos escritos, José Ricardo ou simplesmente “Zé Ricardo” decidiu, este ano, publicar os seus artigos e partilhá-los com o público angolano, em geral e do Cuanza Sul de modo particular.

Segundo o autor, o livro, composto por 42 poemas é um retrato poético do quotidiano partilhado num claro enfrentamento de sedução entre a “Confissão de um Amor Proibido”, e o desejo carnal como metáfora ampliada aos problemas de ordem social e existencial.

“Algumas das linhas temáticas da minha poesia apontam neste conjunto de versos: a esperança, a crença no amor; a homenagem ao corpo feminino, o convívio familiar, e da sociedade”, explicou demonstrando a alegria de ter tido a possibilidade de, mesmo em tempo de pandemia, estar na forja de lançar o seu segundo livro ainda este ano.

A escrita sempre foi sua paixão, gosto adquirido no seio familiar.
(Foto cedida)

Ao que disse, a “Confissão de um amor proibido” aborda também a problemática da Pátria e a sua projecção como escritor, dedicando poemas a fenómenos e movimentos sociais da vida diária, como o desemprego, a prostituição e o alcoolismo.

“Assim como há também nestes versos uma manifesta conjunção de sentimentos entre a minha consciência subjectiva e o facto de eu pretender ser mais uma voz que vem da consciência colectiva a gritar por justiça social, honra ao nosso povo e o almejado combate à corrupção”, sustentou em gesto de conclusão.

“Confissão de um Amor Proibido”, do género poesia, é a primeira obra do autor que quer apostar forte na escrita. Segundo apurou A Pátria, mais de três mil exemplares foram vendidos no Cuanza Sul, e mais de dois mil noutras paragens do País.

Próximo rebento
Tem ainda para este ano a publicação de mais um livro de crónicas intitulado “Recados aos chefes”, e um CD de crónicas com o título “Cartas aos Governantes”.

“Apesar desta pandemia que assola o mundo, e Angola não está departe, temos condições criadas para lançarmos a próxima obra ainda este ano”, assegurou.

Refere que a nível do Cuanza Sul há condições para patrocínios e recolha de informação suficiente para a publicação do segundo livro. “Estamos bem encaminhados”, disse.

O livro terá 60 páginas e o autor assenta a sua abordagem em factos reais ocorridos na nossa sociedade e procura chamar atenção aos gestores sobre o novo paradigma que o país vive, marcado por uma gestão responsável dos recursos públicos.

SOBRE O AUTOR
José Ricardo André Francisco, conhecido nas lides literárias como Zé Ricardo, é Angolano nascido no Sumbe – Província do Cuanza-Sul 1978, Filho de Afonso André e de Adelaide Ricardo.

Jornalista de profissão, tendo colaborado na Rádio Nacional de Angola pela Emissora do Kwanza-Sul, e nos jornais Angolense, Cruzeiro do Sul, Semanário AGORA, Jornal Hora H, na Revista Cunene em Progresso do Governado do CUNENE e Jornal MANCHETE e VISÃO, foi Editor Chefe da Revista Kwanza-Sul na Reconstrução de Angola do Governo da Província do Cuanza-Sul. Fundou o jornal Benguela Velha da Administração de Porto Amboim, Já foi MENÇÃO HONROSA do prémio de Jornalismo.
É Cronista sendo as vivências socio-profissionais o seu elemento inspirador, com várias crónicas publicadas nas redes sociais e na Rádio ecclésia Emissora Católica de Angola no Sumbe.

Desde muito cedo abraçou a Assessoria de Comunicação Institucional, com passagem pelas empresas ODEBRECHT, ANGOLA TELECOM no projecto de Digitalização do País. É desde 2008 Responsável pela Comunicação Institucional do Instituto Nacional de Petróleos (INP). Teve curta passagem pelo Ministério do Interior, na Unidade de Protecção de Individualidades Protocolares (UPIP), no Comando Municipal da Polícia do Sumbe, na Direcção de Transportes do Comando Provincial da Polícia do Cuanza-Sul e na Ex-DNIC onde exerceu a actividade de Investigador Criminal no Departamento de Crimes Selectivos, e tem grande paixão por palestras e Workshops.

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