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Governo e ONU apoiam incubadoras de empresas

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) vão apostar na criação de incubadoras de empresas nas instituições de ensino superior públicas, para impulsionar a economia nacional.

O facto foi confirmado, ontem, em Luanda, durante a cerimónia da assinatura do memorando de entendimento entre as duas instituições.

Depois da assinatura do memorando, a ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Bragança Sambo, disse que o acordo vai permitir o desenvolvimento de acções integradas no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022, com realce para a promoção da inovação e transferência de tecnologias que correspondam aos desafios da Agenda 2030 e aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável no domínio da indústria e infra-estruturas.

Maria do Rosário Bragança Sambo acredita que a aproximação entre academia e o sector empresarial vai impulsionar a criação de novos negócios, produtos e serviços, como resultado da inovação nas empresas e da actividade dos empreendedores que estarão directamente ligados à investigação científica.

As instituições de ensino superior podem jogar um papel crucial para os processos de inovação e desenvolvimento do país, disse.
Explicou que a criação desta plataforma não significa que cada instituição de ensino superior vai criar a sua própria incubadora. Numa primeira fase é preciso acolher as incubadoras existentes na sociedade civil.

Apontou como objectivo do ministério contornar a falta de financiamento resultante do Orçamento Geral do Estado (OGE).
Além do acordo assinado com o PNUD, o Ministério do Ensino Superior, em parceria com o Reino dos Países Baixos, vão desenvolver um currículo de inovação e empreendimentos para o subsistema de ensino superior.

O representante residente do PNUD, Henrik Lersen, garantiu que as partes vão trabalhar em distintas áreas para a elaboração de um estudo de diagnóstico participativo sobre o sector da inovação e empreendedorismo, bem como no apoio à criação de um quadro legal para institucionalização de um ecossistema de inovação no âmbito dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 2030.

Segundo Henrik Lersen, o PNUD conta com 60 laboratórios de aceleração do empreendorismo em 18 países, incluindo Angola.
O futuro das organizações será marcado pela transformação digital para garantir a continuidade dos negócios, o fortalecimento das instituições e os mecanismos de trabalho do Governo e parceiros, disse o representante do PNUD em Angola.

FonteJA

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