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INE lança Recenseamento Agro-Pecuário

Edifício do Instituto Nacional de Estatística (DR)

Angop

Mil e quinhentos agentes vão trabalhar na recolha, processamento e divulgação de dados sobre a Agricultura, Pecuária e Pescas no país, no âmbito do projecto de Recenseamento Agro-Pecuário e Pescas (RAPP 2018-2019) lançado, sexta-feira última, no Cuito (Bié), sob a égide do Instituto Nacional de Estatística (INE).

A acção vai abranger 25 mil 500 aldeias nas 18 províncias do país, sendo que os agentes que vão trabalhar no aludido projecto começam a ser recrutados já a partir do mês em curso, informou à imprensa o director geral do INE, Camilo Ceita.

Segundo o responsável, estão já disponíveis mais de 29 milhões de dólares norte-americanos, financiados pelo Banco Mundial, para o projecto que conta igualmente com a parceria dos Ministérios da Agricultura e Florestas, Pescas e do Mar, bem como dos Governos provinciais.

Entretanto, o vice-governador do Bié para a esfera Política, Social e Económica, Carlos Ulombe da Silva, orientou às administrações municipais e não só a esclarecerem as comunidades do projecto, para que se tenha boa colaboração quanto ao fornecimento dos dados e garantir o êxito do primeiro Censo da Agricultura, Pecuária e Pescas em Angola.

A iniciativa, que envolve famílias camponesas, empresas agrícolas, entre outras entidades que participam na produção agro-pecuária e pesqueira, vai fornecer ao Executivo e ao sector empresarial indicadores para possíveis investimentos.

Criado através do Decreto 194 /18 de 20 de Abril, o RAPP será uma operação estatística para a recolha, processamento e disseminação de dados dos sectores Agrário, Pecuário e Pescas.

O RAPP 2018-2019 será coordenado pelo INE, coadjuvado pelo Ministério da Agricultura e Florestas (MINAGRIF) e Ministério das Pescas e do Mar (MINPESMAR), com apoio técnico do Fundo das Nações Unidas para Agricultura (FAO).

No ano passado (2018), o INE já realizou-se o RAPP piloto nas províncias do Moxico, Cunene, Uíge, Benguela e Cuanza Sul, atendendo as suas regiões agro-ecológicas e especificidade das práticas agrícolas, piscícola e pastorícia, cujo resultados não foram revelados.

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