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Simbiose marca primeiro dia do Festival de Culturas

Angop

O potencial cultural africano, com destaque para o artesanato, artes plásticas, gastronomia, música, dança e trajes típicos do continente berço prendeu, na noite de quarta-feira, a atenção dos visitantes que se fizeram presentes no primeiro dia do Festival de Culturas no Museu Nacional de História Militar.

A par de toda diversidade cultural, o certame oferece ainda aos amantes de leitura exposição de livros académicos, literários, entre outros temas, e a exibição de filmes angolanos.

O festival, enquadrado no âmbito da Bienal de Luanda, com vista a criar um espaço de intercâmbio entre expressões artísticas e culturais africanas para uma boa convivência entre os povos de uma forma

Entre os países convidados, o Quénia, por exemplo, para além de produtos decorativos para o lar e os adornos usados pelas meninas que simboliza a passagem da adolescência a vida adulta ou de mulher casada, no seu stand chamou a atenção o Jimbo, uma bengala das tribos que simboliza poder.

O Marrocos, outro dos convidados, trouxe ao evento a Casa do Artesão, uma vila montada numa área de 800 m² ilustrando as diferentes facetas da civilização marroquina.

A vila marroquina projecta a imagem de um Reino decididamente voltado para o futuro, mantendo-se apegado às suas raízes, em particular a africana.

A Itália, Cabo Verde e o Rwanda, além do potencial cultural, brindam, nos seus standa, fotografias recheadas de informações sobre a paz, democracia, o desenvolvimento na educação, saúde, religião, bem como as relações diplomáticas entre os países.

O programa do dia fechou a actuação dos músicos de Cuba, Mali e do Egipto, que deixaram no palco um cheiro da rítmica e dos estilos musicais locais.

No entanto, fez as delicias dos presentes as actuações dos nacionais Eduardo Paim, Matias Damásio, Puto Português, Pérola e Gari Simedima e o Ballet Tradicional Kilandukilo, que obrigaram o público a um pé de dança para sacudir o frio que se fez sentir no local.

Fazem parte desta Bienal de Luanda, 16 países, entre os quais Etiópia, África do Sul, Itália, Cuba, Cabo Verde, Rwanda, Quénia, Brasil, Portugal, Namíbia, Malí, Marrocos, Angola.

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