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Luanda promove diálogo e cultura da paz

Marginal de Luanda (DR)

VOA

O prémio Nobel da Paz, o médico da República Democrática do Congo Denis Mukwege, é a figura de cartaz do primeiro dia da Bienal de Luanda-Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, que decorre de hoje a 22 na capital angolana, e cujo tema prinicpal é a resolução de conflitos no continente.

Mukwege dará uma conferência magistral depois da cerimónia de abertura, na qual estarão presentes o presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, a directora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Audrey Azoulay, e a ministra angolana da Cultura, Maria da Piedade de Jesus.

O Presidente angolano João Lourenço falará logo após a conferência do Nobel da Paz no evento no qual participam 16 países, entre eles Cabo Verde e Brasil.

A Bienal, promovida pelo Governo de Angola, Unesco e União Africana, pretende ser um espaço de promoção da harmonia entre os povos e assenta-se em actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas.

Membros de governos, activistas da sociedade civil, empresários artistas, cientistas e representantes de organizações internacionais marcam presença no evento, que, durante os cinco dias, terá diferentes plataformas de debate e reflexão sobre o futuro da África.

Educação, ciência, cultura ao serviço da cultura de paz em África, prevenção de conflitos e o papel da mídia na promoção da paz são os principais assuntos em debate.

A agenda da Bienal de Luanda-Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz incluiu um festival de culturas, a decorrer no Museu de História Militar, os fóruns da mulher, da juventude, de ideias e de parceiros, que vão concentrar os participantes no Memorial Drº António Agostinho Neto.

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