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Religiosos reflectem contribuição à paz e desenvolvimento

Concentrados no memorial António Agostinho Neto (MAAN), o fórum inter-religioso para a paz e desenvolvimento decorre no âmbito da Bienal de Luanda. (DR)

Líderes de diferentes religiões, organizações da sociedade civil, investigadores e académicos encontram-se reunidos nesta segunda-feira, em Luanda, para reflectir sobre o contributo da igreja na consolidação da paz e promoção do desenvolvimento Sustentável.

Concentrados no memorial António Agostinho Neto (MAAN), avança Angop, o fórum inter-religioso para a paz e desenvolvimento decorre no âmbito da Bienal de Luanda.

As entidades vão igualmente debater sobre o exercício da liberdade de religião e de culto, tendo em consideração a promoção de instituições religiosas eficazes, sólidas, responsáveis e comprometidas com a paz, justiça e bem-estar dos seus membros e de toda a comunidade.

De igual modo o encontro reserva discussões em torno das estratégias de pacificação do país à luz dos instrumentos jurídicos aprovados, bem como a igreja como reserva moral da nação na promoção da reconciliação entre angolanos.

A bienal visa, entre outros aspectos, a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e a afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente, na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, intelectuais, artistas e desportistas.

A Aliança de Parceiros para uma Cultura de Paz em África faz parte da implementação dos 17 objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) constantes da Agenda 2030.

Entre os convidados estão representantes de 16 países africanos e das comunidades na diáspora, provenientes do Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, República Democrática do Congo, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá na capital angolana representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

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