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Liga dos Campeões: Momentos para a História

Vai arrancar a "Champions" 2019/20, que irá coroar um 65º campeão europeu. (DR)

DW África

Vai arrancar a “Champions” 2019/20, que irá coroar um 65º campeão europeu. Mas, antes disso, lembramos alguns dos protagonistas que fizeram história na mais conceituada competição de clubes do futebol europeu.

O milagre de Istambul
Na final de 2005, o AC Milan vencia ao intervalo por 3-0 e parecia ter o troféu no bolso. Mas o Liverpool ressuscitou: Gerrard fez o 1-3, Smicer reduziu para 2-3 e Xabi Alonso marcou na recarga do penálti defendido por Dida. Nas grandes penalidades, Dudek defendeu penáltis das lendas Pirlo e Shevchenko e completou o milagre de Istambul.

Dois minutos loucos
O Bayern Munique já se preparava para abrir o champagne de vencedor, frente ao Manchester United. Os bávaros venciam por 0-1 desde os seis minutos da primeira parte. O jogo entrou no tempo de compensação e, em dois minutos, o United tirou o pão da boca ao Bayern. Aos 90+1, Sheringham fez o 1-1 e Solskjær, aos 90+3, fez o 2-1 e deu a Liga dos Campeões ao Manchester United.

Ricken marca ao primeiro toque na bola
Final entre Borussia Dortmund e Juventus. Riedle fez dois golos, mas Del Piero reduziu para a “Juve”. Ao minuto 71, o substituto Lars Ricken (foto) entrou, recebeu um passe em desmarcação e tirou um chapéu, fazendo o 3-1 e garantindo a primeira Liga dos Campeões para o Borussia Dortmund. Um golo de cortar a respiração.

Remontada!
O Barcelona parecia eliminado depois de uma derrota em Paris, por 4-0. Parecia… Cronómetro somava 88 minutos e o Barcelona vencia por 3-1. Precisava de mais três golos para eliminar o PSG. Neymar, em três minutos, fez o 4-1 e 5-1. Aos 90+5, Sergi Roberto (foto) selou o nome na história eterna do futebol. 6-1 e o impossível tornou-se realidade.

O nascimento do “Special One”
A final de 2004 foi disputada em Gelsenkirchen, na Alemanha, num encontro imprevisível entre FC Porto e AS Mónaco. Os dragões realizaram um jogo categórico e venceram os franceses por 3-0. Dias depois, o ainda jovem e desconhecido técnico português José Mourinho transferiu-se para o Chelsea (primeira venda de um treinador de futebol), onde se anunciou como o “Special One”.

Trauma bávaro
Final da Liga dos Campeões em casa, favoritos frente ao Chelsea. Este era o cenário perfeito para o Bayern Munique fazer história. Aos 83 minutos, Müller fez o 1-0 e parecia tudo encaminhado para um conto de fadas. No entanto, Drogba, aos 88, levou o jogo para prolongamento. Robben falhou um penálti e seguiu-se a lotaria. Olić e Schweinsteiger falham e Drogba marca o penálti decisivo.

Final alemã em Wembley
Pela primeira vez, duas equipas alemãs disputaram a final da Liga dos Campeões. Depois do trauma de 2012, o Bayern Munique venceu o rival, Borussia Dortmund, para voltar a conquistar a “Champions”, 12 anos depois. Aos 88 minutos, jogo empatado. No entanto, aos 89, Robben, numa jogada de parar o tempo, com um ligeiro toque de pé esquerdo, bateu Weidenfeller e fez o 2-1 final.

Baliza cai no Bernabéu
A poucos minutos do início do Real Madrid x Borussia Dortmund, os adeptos começaram a puxar a rede que os separava do relvado. A baliza estava presa a essa rede e cedeu. De imediato, começou a especulação. O jogo seria suspenso? O Dortmund venceria na secretaria? Os responsáveis do Real Madrid foram buscar uma baliza de treino à velha cidade desportiva, numa corrida contra o tempo e caricata.

O diamante Ajax
Em 1995, o AC Milan era a equipa dominante na Europa. A defesa do título contra o Ajax? Para Milão, uma tarefa obrigatória. Do outro lado, uma equipa desconhecida (média de idades de 23 anos) surpreende o Milan e conquista o título. O resto da história de sucesso: Patrick Kluivert (foto), um menino de 18 anos, marcou o golo da vitória do Ajax aos 85 minutos da 2ª parte.

“Pokerdowski”
O “poker” (quatro golos) de Robert Lewandowski, pelo Borussia Dortmund, ao Real Madrid e Cristiano Ronaldo e companhia, é considerado um dos episódios mais humilhantes da história dos galácticos. No final, é 4-1 para o Dortmund, que mesmo com a derrota em Madrid por 2-0 chegou à final da “Champions”, que acabaria por perder para o Bayern Munique.

“Manita” de Messi
As luzes traseiras de Lionel Messi já viram muitos adversários, mas, para o Bayer Leverkusen, 2012 será um ano europeu para esquecer. O astro argentino marcou cinco golos à equipa alemã e “matou” o Leverkusen sozinho. No final da noite, o Leverkusen somou uma das maiores goleadas na história da competição: 7-1.

O “Tiro de Deus” de Stanković
Manuel Neuer é considerado o reinventor da posição de guarda-redes. Mas o campeão mundial de 2014, também pecou. Não quartos de final, com o Inter Milão, Neuer está bem atento e de forma espectacular, mergulha para a bola de cabeça. A bola sobra para o meio-campo, onde Stanković, marca um golo de 50 metros.

Regresso a casa
Em 2005 e 2006, Ronaldinho Gaúcho brilhou pelo Barcelona, conquistando a Liga dos Campeões e duas Bolas de Ouro. No regresso a Camp Nou, pelo AC Milan, o brasileiro tirou uma foto com antigos companheiros de equipa e abraçou o capitão Carles Puyol, uma lenda do Barcelona, do futebol espanhol e do futebol europeu. Em 2011, depois de Abidal vencer um cancro, Puyol entregou a “Champions” ao francês.

12 jogadores?!
Calma. Isto não é um 11 inicial! Quem é o 12º homem? É o fã do Manchester United, Karl Power (primeira fila, à esquerda), que, de alguma forma, conseguiu passar a barreira de segurança do Estádio Olímpico de Munique no jogo a contar para os quartos de final contra o Bayern Munique. O capitão Roy Keane (primeira fila, à direita) parece ter sido o primeiro a perceber que algo estava errado.

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