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Angola no top três dos países da SADC com mais desempregados

Jovens angolanos (DR)

Mercado

A taxa de desemprego na população com 15 ou mais anos de idade foi estimada em 29,0% (estimada em 3,9 milhões de pessoas) e a taxa de emprego em 61,8% (estimada em 9, 6 milhões de pessoas). Ou seja, contas feitas, existem perto de 4 milhões de angolanos sem emprego.

Angola e África do Sul ocupam a terceira posição dos países da SADC com a maior taxa de desemprego, ambos com uma taxa de desemprego de 29%. A primeira posição é ocupada pela República Democrática do Congo com uma taxa de desemprego de 46,1%, a mais alta da região.

Na segunda posição está a Namíbia com uma taxa de desemprego de 33,4%, de acordo com dados do Gabinete de Estudos Económicos e Financeiros do Banco BAI citando a Trading Economics.

Madagáscar é o país da SADC com a menor taxa de desemprego, fixada em 1,8%. A segunda posição no ranking dos países da região com a menor taxa de desemprego é ocupada por Seicheles com uma taxa de desemprego de 4,1% e Zimbabwe, na terceira posição, com uma taxa de 4,9%.

O Instituto Nacional de Estatística lançou recentemente a primeira edição da Folha de Informação Rápida (FIR) do Inquérito ao Emprego em Angola (IEA) com informação sobre a caracterização da população face ao mercado de trabalho referente ao segundo trimestre de 2019.

O resultado aponta que a população com 15 ou mais anos é estimada em 15,6 milhões e a força de trabalho em 13,5 milhões (população economicamente activa). A população fora da força de trabalho (população economicamente inactiva) é estimada em 2 milhões.

A taxa de desemprego na população com 15 ou mais anos de idade foi estimada em 29,0% (estimada em 3,9 milhões de pessoas) e a taxa de emprego em 61,8% (estimada em 9, 6 milhões de pessoas). Ou seja, contas feitas, existem perto de 4 milhões de angolanos sem emprego.

A taxa de desemprego em Angola cresceu mais de 20% nos últimos cinco anos, tendo saído de uma taxa de 9,8% em 2011 para 29% até ao segundo trimestre do ano em curso, com o agravante de ainda poder aumentar até ao fim do ano.

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