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Bravura e lealdade dos libertadores inspiram construção de um país unido e próspero

Filipe Nyusi (DR)

Folha de Maputo

O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz que a bravura e lealdade demonstrada pelos libertadores da pátria devem servir de inspiração para as gerações de hoje e futuras para a construção de um Moçambique próspero.

O Chefe de Estado falava ontem, em Chimoio, capital da província de Manica, durante o VI Festival dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional, que este ano coincide com a passagem do 45º aniversário dos Acordos de Lusaka, 7 de Setembro, data que marcou o fim da luta contra da dominação colonial portuguesa.

Destacou a entrega dos moçambicanos que hipotecaram a sua juventude para se filiar na Frelimo em busca da liberdade do povo.

A luta contra a dominação colonial iniciou a 25 de Setembro de 1964 e durou 10 anos. A 7 de Setembro de 1974, na Zâmbia, foi assinado o acordo que pôs termo a luta que trouxe a Independência de Moçambique, no dia 25 de Junho de 1975.

Na ocasião, Nyusi afirmou que as gerações de hoje e futuras têm a nobre missão de preservar a independência que custou o derramamento de sangue de moçambicanos, pois assim “estaremos a valorizar o sacrifício destes que deram suas vidas para trazer este bem comum, que se chama independência”.

Para o estadista moçambicano, outra forma de valorizar a conquista da independência é cimentar a unidade nacional, é saber perdoar o próximo para uma convivência pacífica e consolidação da paz efectiva no país.

“A independência nacional é nossa e precisa de ser valorizada, assim como devemos fazer com a paz, dois factores importante para o crescimento de uma nação como é o caso de Moçambique”, referiu Nyusi, para quem “um país só pode desenvolver se estiver independente e em paz”.

Lembrou que Moçambique assinou em Agosto último, o Acordo de Paz e Reconciliação de Maputo, que foi transformado em lei pela Assembleia da República, parlamento moçambicano, um instrumento que passou a ser de cumprimento obrigatório para todos cidadãos.

O acto, segundo Nyusi, significa que todos os moçambicanos são irmãos e que partilham o mesmo país, independentemente das diferenças. Por isso, todos devem apostar num espírito de paz, onde o diálogo tem que prevalecer e ser o único meio de resolução de conflitos, permitindo que os irmãos que ainda estão nas matas possam voltar ao convívio familiar.

“Lamentamos ouvir vozes que ainda não assumem que Moçambique é um país onde a prosperidade do seu povo tem que ser construído em paz. Exortamos a todos para divulgarem, nos seus locais de trabalho e de residência, os objectivos do referido acordo celebrado para seja defendido por todos os moçambicanos”. [CC]

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