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Vou à ONU nem que seja de cadeira de rodas – Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que irá falar da Amazônia na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas ( ONU ), nem que tenha que ir de “cadeira de rodas”.

Bolsonaro deve se submeter a uma cirurgia no próximo domingo, com um período de recuperação previsto de dez dias. A abertura da Assembleia-Geral, tradicionalmente feita pelo presidente brasileiro, será no dia 24 de setembro.

Bolsonaro disse que a Amazônia foi “praticamente vendida para o mundo” e afirmou que não vai “aceitar esmola de país nenhum”, em referência à oferta do G7 de US$ 20 milhões para ajudar no combate de incêndios na floresta, rejeitada pelo governo brasileiro.

— Eu vou comparecer à ONU, nem que seja de cadeira de rodas, de maca. Eu vou comparecer porque eu quero falar sobre a Amazônia. Mostrar para o mundo com bastante conhecimento, com patriotismo, falar sobre essa área ignorada por tantos governos que me antecederam. Ela foi praticamente vendida para o mundo. Eu não vou aceitar esmola de país nenhum do mundo a pretexto de preservar a Amazônia, mas na verdade ela está sendo loteada e vendida.

De acordo com o Estado de São Paulo, o presidente disse que toda cirurgia com anestesia geral representa um risco, mas ele considera que essa será menor invasiva do que as outras três que foi submetido desde que sofreu um atentado a faca durante a campanha eleitoral. A nova intervenção é necessária porque surgiu uma hérnia (uma saliência de tecido) no lugar da incisão anterior.

— Toda cirurgia é um risco, anestesia geral é um risco. Mas essa, com relação às últimas três, vai ser a menos invasiva, a que oferece o menor risco. Eu, que estive do outro lado da morte, vou passar por um momento igual novamente.

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