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Princesa Diana morreu há 22 anos. Único sobrevivente do acidente não se lembra dos últimos minutos antes da tragédia

(DR)

Correio da Manhã

Trevor Ree-Jones foi o único sobrevivente do trágico acidente ocorrido no túnel da Pont d’Alma, em Paris.

O trágico acidente que aconteceu na noite de 30 de agosto de 1997 e matou a Princesa Diana – popularmente conhecida como a princesa do povo – ficou para sempre marcado na memória do povo britânico e do mundo.

Trevor Rees-Jones, antigo guarda-costas de Lady Di, foi o único sobrevivente do acidente ocorrido há 22 anos e isso faria com que os últimos momentos da vida da princesa não ficassem perdidos no tempo. Porém, este homem nunca conseguiu recordar os últimos minutos antes do acidente.

O sobrevivente Rees-Jones passou por uma grande cirurgia com inúmeros ossos partidos, trauma no peito e lesão cerebral até conseguir recuperar do grave acidente. Esteve 10 dias em coma.

Depois de servir nos paraquedistas, Rees-Jones fez uma excursão pela Irlanda do Norte antes de deixar as Forças Armadas e começar a trabalhar para o bilionário egípcio Mohammed Al-Fayed.

No verão de 1997, a relação entre o bilionário egípcio e a princesa do povo tornou-se mais próxima e Diana passou férias no sul de França com os Al-Fayed.

Numa tentativa desesperada de despistar os fotógrafos, Paul, funcionário do Hotel Ritz Paris, sugeriu que os dois carros onde o grupo tinha andado a viajar naquele dia saíssem da parte da frente do hotel.

Paul conduziu o veículo com Diana, Dodi Al-Fayed e Rees-Jones. “Eu não estava feliz, pois significava que Dodi estaria a dividir os agentes de segurança, mas eu aceitei”, contou Rees-Jones mais tarde num inquérito sobre a morte da princesa.

“Inicialmente, disseram-me que Dodi e Diana viajariam sem segurança e eu disse que isso não ia acontecer, e eu viajaria no veículo com eles”, acrescentou ainda.

Com os carros de papparazis em perseguição, a viagem acabou abruptamente quando o Mercedes S280 se despistou no túnel da Pont d’Alma, em Paris.

“Lembro-me de parar nos semáforos e ver uma mota do lado direito do carro”, disse ele em tribunal.

Trevor Rees-Jones nunca mais foi o mesmo. Os cirurgiões tiveram de usar fotografias antigas do seu rosto como um guia de reconstrução, juntando-o novamente com 150 peças de titânio.

O segurança foi pressionado para contar todos os detalhes daquela noite, no entanto Trevor nunca se lembrou daqueles últimos minutos.

Apesar da pressão exercida sobre ele, tendo sido acusado de planear o acidente com agentes do MI6 – Agência britânica de Inteligência secreta – e do ex-guarda-costas de Diana Ken Wharfe, Rees-Jones nunca foi capaz de lembrar completamente o que aconteceu naqueles quatro minutos.

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