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Políticos chamados a evitar a violência na caça ao voto em Moçambique

VOA | Ramos Miguel

Em Moçambique, multiplicam-se os apelos para que, na campanha eleitoral que se inicia este sábado, 31, os partidos políticos pautem a sua conduta pela tolerância, civismo e exaltação de um ambiente tranquilo, visando sobretudo a salvaguarda dos direitos humanos.

Vinte e seis partidos políticos iniciam amanhã, 31, uma campanha de caça ao voto durante cerca de 45 dias, alguns dos quais, segundo observadores, poderão ser caracterizados por actos de violência entre membros e simpatizantes desses partidos.

“É preciso que os partidos políticos, sobretudo a Frelimo, Renamo e MDM contenham os ânimos em tempo de eleições”, exorta Luís Bitone, da Comissão Nacional para os Direitos Humanos.

O Presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Abdul Carimo, também responsabiliza os partidos políticos pela violência durante a campanha eleitoral.

“Os partidos políticos têm uma mão muito forte nesta questão da violência; não estou a dizer um, dois ou três partidos, estou a dizer que todos os partidos têm, infelizmente, uma contribuição que não é muito boa”, lamenta Carimo.

O director do Centro para a Democracia e Desenvolvimento, Adriano Nuvunga, defende ser necessário assegurar que haja confiança das pessoas, sobretudo mulheres, para participarem na campanha eleitoral e na votação sem medo de violência.

“A mulher fica retraída de participar neste processo por causa da violência”, afirmou Adriano Nuvunga.

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