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Angola tem mil e 220 áreas afectadas com minas

Angop

Pelo menos mil e 220 áreas do território angolano ainda estão afectadas com minas, com realce para as províncias do Cuando Cubango, Moxico, Cuanza Sul e Bié.

A informação foi avançada esta terça-feira, em Luanda, pelo chefe do gabinete de Intercâmbio e Cooperação da Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH), Adriano Gonçalves.

O responsável, que falava à imprensa, à margem do Workshop sobre a Estratégia Nacional do Sector de Acção Contra as Minas em Angola, afirmou que o país precisaria de 300 milhões de dólares norte-americanos para estar livre de minas até ao ano de 2025.

A Declaração de Maputo de 2014 estipula o fim do problema das minas antipessoal até 2025 para todos os Estados partes da Convenção de Ottawa, em que o país é também signatário.

Adriano Gonçalves ressaltou que o aspecto mais importante do processo de desminagem é libertar o território angolano das áreas minadas.

“Angola ainda não é um país livre de minas, temos áreas minadas e em grande quantidade com 105 milhões de metros quadrados afectados”, vincou.

O responsável indicou que, em 2007 o país tinha três mil e 600 áreas minadas e, actualmente, tem apenas mil e 220.

Disse, igualmente, haver províncias que praticamente estão livre de minas, nomeadamente Malanje, Namibe e Huambo. Está em curso um trabalho de reverificação nessas regiões levado a cabo pelas equipas de controlo de qualidade.

Referiu que as áreas só podem ser consideradas livres de minas quando os seus operadores forem capazes de apresentar um certificado de controlo de qualidade passado pelo órgão reitor, a Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária.

O responsável lamentou, entretanto, que nos últimos 10 anos os apoios para área de desminagem em Angola têm estado a decrescer consideravelmente.

Angola é parte da Convenção de Otawa desde 2003.

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