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Novo Cônsul Congolês reafirma reforço das relações

NOVO CÔNSUL GERAL DA REPÚBLICA DO CONGO BRAZAVILLE, NGOBO FULGORT, NA PROVÍNCIA DE CABINDA (FOTO: PEDRO JOÃO)

O novo Cônsul Geral da República do Congo Brazaville na província de Cabinda, Ngobo Fulgort, reafirmou hoje, terça-feira, o reforço das relações entre Angola e o seu país.

Segundo Angop, Ngobo Fulgort, recebido esta tarde pelo governador de Cabinda, Marcos Nhunga, substitui o Vice-Cônsul Geral, Ocko-bong Firmin Gui.

O diplomata disse que um dos objectivos desta missão é manter as boas relações entre as autoridades locais e as das províncias congolesas de Kouilou, Ponta-Negra e Niari (Congo Brazaville), nos vários domínios, com destaque para a circulação de pessoas e bens e no exercício do comércio.

“A província de Cabinda tem uma vasta fronteira comum e é necessário que estejamos juntos. Devemos prestar maior atenção a movimentação dos cidadãos de ambos lados, mantendo a vigilância para combater eventuais situações que possam manchar as boas relações entre os dois povos e estados”, referiu.

Avançou ainda que consta da sua agenda diplomática o incentivo do comércio nas quatro províncias (Cabinda (Angola), Niari, Kouilou e Ponta-Negra), criando parcerias e estratégias, aproveitando a boa cooperação sul/sul.

“Vamos trabalhar com as autoridades locais para desenvolvermos a diplomacia económica, fundamental e indispensável para bem-estar das populações”, reforçou.

Ngobo Fulgort tem 69 anos de idade e frequentou os estudos e curso militar em Baku.

Na província de Cabinda residem mais de mil cidadãos do Congo Brazaville.

Cabinda faz fronteira com as províncias congolesas de Niari, através da comuna de Miconje/Belize, e Massabi/Cacongo com Ponta-Negra.

As repúblicas de Angola e do Congo mantêm excelentes relações de cooperação nos domínios político-diplomático, de transportes, petróleos, comércio, turismo, ambiente, bem como no âmbito multilateral.

Angola e Congo gozam de relações bilaterais a longa data que se subscrevem desde a luta de libertação nacional em Angola e da cooperação entre os dois povos e Chefes de Estado.

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