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Transporte marítimo de passageiros e carga entre ilhas de Cabo Verde

Em Cabo Verde dois dias depois da estreia da nova concessão do serviço público de transporte marítimo de passageiros e carga entre as ilhas o balanço é positivo. E os navios estão a circular nas horas previstas e que o navio de São Vicente para Santo Antão, o maior mercado marítimo, está com lotação esgotadas.

Apesar da época alta, em que muitos cabo-verdianos estão em férias e a procura por bilhete passagem de transporte marítimo ser maior, decorrem sem sobressaltos os dois primeiros dias de operação da nova concessão do serviço público de transporte marítimo de passageiros e carga entre as ilhas de Cabo Verde.

A RFI constatou no cais de cabotagem do Porto Grande, em São Vicente, uma fila para compra de bilhetes nas duas agências da CV Interilhas, na maior parte são pessoas que vão participar nos festivais de verão e garante a venda de bilhetes de passagem decorre normalmente.

Nas agências os funcionários afirmaram que os navios estão a circular nas horas previstas e que o navio de São Vicente para Santo Antão, o maior mercado marítimo, está com lotação esgotadas até a segunda viagem de domingo e de São Vicente para São Nicolau já não há lugares até o dia 28 deste mês.

Na sexta-feira, na apresentação da nova concessão do serviço público de transporte marítimo de passageiros e carga de Cabo Verde, o administrador da Transinsular, Luís Figueiredo, disse que a CV Interilhas foca nos passageiros.

Por seu turno, o ministro do Turismo e Transportes, José Gonçalves disse que a concessão do serviço público de transporte marítimo de passageiros e carga entre as ilhas de Cabo Verde é “uma excelente solução” que “veio em boa” e explicou que o subsidio do governo para as linhas deficitárias é feita no final de cada ano.

Para resolver o problema de ligação marítima entre as ilhas de Cabo Verde, o governo lançou um concurso público internacional, ganha pela portuguesa Transinsular, que detém 51% da nova sociedade – CV Interilhas – que gere a concessão do serviço público.

Os restantes 49% são detidos por armadores cabo-verdianos, que também fornecem navios para garantir as ligações.

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