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INAC do Huambo está sem director há um ano

Imagem ilustrativa (DR)

O Instituto Nacional da Criança na província do Huambo está, há um ano, sem director, desde que o antigo responsável pela instituição passou para a reforma, uma situação que, segundo a funcionária Margarida Dengue, causou uma vacatura no quadro orgânico, escreve o JA.

“Quando não se tem uma liderança anda tudo à deriva, trabalhamos em condições inaceitáveis, com o edifício em péssimo estado. Já solicitámos, várias vezes, para se indicar alguém para assumir o cargo máximo da instituição, mas já se passou um ano”, explicou a funcionária.

O impasse na indicação de um director, disse, tem estado a dificultar a criação de condições humanas e financeiras, bem como a execução de políticas e acções viradas para as crianças que vivem nas ruas, onde muitas são exploradas de várias formas, como a venda ambulante e trabalho forçado nos mercados e armazéns.

A instituição, conforme constatou o Jornal de Angola, não tem um ficheiro actualizado do número de crianças em risco na província, devido à falta de verbas para se fazer este levantamento.

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