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Ausência de declarantes causa suspensão do julgamento do caso enfermeiras

Angop

O julgamento do réu acusado de assassinato de duas enfermeiras no Distrito Urbano do Zango, município de Viana, em Luanda, foi suspenso para o dia 22 deste mês devido a ausência de dois declarantes considerados fundamentais para a busca de provas.

O réu é acusado de ter assassinado e enterrado duas enfermeiras, no quintal da sua residência, no Zango 4, em Setembro de 2018, por supostamente terem interrompido a gravidez da sua esposa sem o seu consentimento.

Trata-se de Celiza Santos, 52 anos de idade, e Carlota Garcia, 42, mortas com golpes de martelo.

O tribunal notificou os declarantes para se apresentarem no dia 22 de Agosto, data em que serão feitas as alegações finais, seguindo-se, provavelmente, pela leitura de sentença.

Durante aproximadamente sete horas, a Juíza da causa da 17ª Secção do Tribuna de Viana, ouviu o réu e respectivos declarantes, para além do instrutor do processo, iniciado em 2018.

Após perguntas do colégio de juízes, incluindo do representante do Ministério Publico, fez-se as devidas acariações a todos envolvidos no processo.

O réu, de nacionalidade congolesa democrática, que confessou ter cometido o duplo crime, apresentou várias identidades, entre as quais como sendo Aldair Salazar, Mbamba e João.

Depois de o tribunal ter solicitado ao Serviço Nacional de Identificação Civil e Criminal, o acusado, mecânico de profissão, identificou-se, nesta quarta-feira, como sendo Tchimbambe Ngoio.

Em resposta, a Direcção Nacional de Identificação enviou os dados verdadeiros cidadão, incluindo o seu assento de nascimento.

Interrogado como terá adquirido o BI angolano, o réu disse ter pago 70 Mil Kwanzas a um funcionário não identificado, no município do Kilamba Kiaxi.

Entretanto, o Hospital municipal de Kapalanga/Viana confirmou a entrada da ex-esposa do réu na unidade sanitária, no período em causa, para fazer a corretagem por ter tomado, supostamente, um comprimido adquirido numa farmácia.

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