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Polícia continua sem pistas dos dois reclusos foragidos da cadeia de Viana

Os dois reclusos que fugiram na semana passada do estabelecimento prisional de Viana, em Luanda, onde cumpriam penas de 14 anos de prisão por homicídio voluntário e roubo qualificado, continuam a monte, disse fonte da Polícia Nacional.

Os dois reclusos que fugiram na semana passada do estabelecimento prisional de Viana, em Luanda, onde cumpriam penas de 14 anos de prisão por homicídio voluntário e roubo qualificado, continuam a monte, disse fonte da Polícia Nacional.

O porta-voz do Serviço Penitenciário, Menezes Cassoma, disse que as investigações continuam no sentido de localizar os dois elementos, considerados altamente perigosos, e restituí-los às celas da Cadeia da Comarca de Viana, para o cumprimento das penas a que foram condenados.

Menezes Cassoma declarou ao Jornal de Angola que as penas de prisão decretadas aos dois reclusos prófugos estão suspensas, e só vão contar novamente a partir do momento em que forem detidos e restituídos à cadeia.

“As diligências estão em curso no sentido de capturar os criminosos evadidos do estabelecimento prisional de Viana”, disse o porta-voz dos Serviços Prisionais, afecto ao Ministério do Interior.

Um dos fugitivos chama-se Nicolau Catxama “Nico”, 30 anos, natural da Lunda-Norte e então residente em Porto a Amboim, província do Cuanza-sul, condenado a 14 anos e sete meses de prisão, por crime de roubo qualificado.

O outro elemento é Jonas Makengo “PJ”, 22 anos, natural do Uíge e residente em Viana, considerado altamente perigoso pela Polícia Nacional, condenado a 14 anos e seis meses de prisão maior, por crime de homicídio voluntário.

A Polícia Nacional deteve na última sexta-feira, 2 de Agosto, um agente do Serviço de Investigação Criminal (SIC) e um motorista não identificado, acusados de facilitarem a fuga dos dois reclusos.

Segundo fonte que acompanha o caso, o agente do SIC foi detido por ter requisitado os dois reclusos prófugos para um suposto trabalho operativo, antes da fuga, enquanto que o motorista do Serviço Prisional, responde interrogatório por ter sido visto por testemunhas, estacionado desde às primeiras horas daquele dia, na porta da Cadeia de Viana.

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