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Ministro da Justiça defende multilateralismo nas relações internacionais

Francisco Queiroz, ministro da Justiça e dos Direitos Humanos (DR)

Angop

Angola defende a mediação e o multilateralismo e nas disputas internacionais e junta-se a outros países com os mesmos ideias, afirmou o ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz.

De acordo com o ministro, que fez uma caracterização das relações internacionais modernas, que a seu ver evoluíram muito, as decisões sobre o relacionamento internacional não podia manter-se como antes das guerras mundiais.

Hoje a humanidade não pode ficar dependente de decisões de um só Estado, por mais poderoso que este seja, afirmou, na cerimónia de assinatura da Convenção Internacional para o Estabelecimento dos Acordos Resultantes da Mediação e na conferência sobre Mediação e Resolução das Disputas Internacionais, quarta-feira, na Singapura.

Para Francisco Queiroz , as decisões unilaterais do tipo ditatorial imperial das épocas passadas têm de deixar de existir e dar lugar às democráticas multilaterais da época moderna.

Considerou que o papel dos órgãos de deliberação multilaterais das Nações Unidas, das organizações regionais e das organizações não governamentais da sociedade civil, baseadas no Direito Internacional, são hoje absolutamente indispensáveis para garantir o equilíbrio e a justiça no relacionamento global e no comércio internacional.

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