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Ministério do Interior estabelece cooperação com a polícia chinesa

O Ministro do Interior, Eugénio Laborinho, recebeu hoje, em audiência, o Embaixador da República Popular da China, Gong Tao para abordar questões relacionadas com a segurança pública, consubstanciadas em trocas regulares de delegações.

Segundo uma nota do Minint enviada ao Portal de Angola, na mesa, esteve ainda em abordagem a possibilidade de fornecimento de diversos meios técnicos e equipamentos, capacitação e formação de efectivos dos distintos Órgãos e Serviços Executivos Centrais dos Departamentos Ministeriais, tanto em Angola como na China, prestação de Assessoria e Assistência Técnica em matéria de prevenção e combate à criminalidade, troca de informações de inteligência criminal, partilha de experiências nas mais diversas especialidades, entre outras acções de cooperação.

No encontro, ficou patente a necessidade de, periodicamente, serem realizados encontros com as distintas Associação das Empresas e da Comunidade chinesa para abordagem de assuntos intrínsecos a situação de segurança, da criminalidade, carcerária e migratória dos cidadãos chineses que residem e trabalham em Angola, bem como para estreitar a parceria com as autoridades daquele País asiático, por intermédio da sua Missão Diplomática em Angola.

O Ministro do Interior agradeceu a oferta de vagas de bolsas de estudo que o Governo chinês vem disponibilizando, anualmente, para formação de quadros do MININT na China, nos mais distintos níveis de ensino e especialidades, nas instituições de ensino tuteladas pelo Ministério da Segurança Pública daquele País.

No final do encontro, o Ministro do Interior garantiu que no seu mandato vai desenvolver acções que concorram para diminuir a corrupção, nepotismo e outras práticas ilegais, tendo enaltecido o combate cerrado que vai empreender contra o fenómeno “GASOSA” que os Agentes da autoridade empregam contra os cidadãos nacionais e estrangeiros.

O titular do Interior entende que é inaceitável que as forças dos Órgãos do MININT exerçam a sua actividade fora dos ditames legais, tendo deixado bem claro que “aquele que for apanhado a pedir “GASOSA” será severamente punido e apresentado aos Órgãos de Comunicação Social para servir de exemplo para os demais”, referiu a Entidade.

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