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Hong Kong: China ameaça manifestantes

O porta-voz do Escritório de assuntos de Hong Kong e de Macau junto das autoridades chinesas, Yang Guang, avisou hoje os manifestantes que continuam a contestar as autoridades locais para não subestimarem o “imenso poder” do governo de Pequim. “Quem brinca com o fogo morre queimado”, afirmou aquele responsável, citado pela RFI.

A conferência de imprensa de Yang Guang ocorreu em Pequim, no dia seguinte a uma greve geral que paralisou em larga escala a antiga colónia britânica, com registo para 148 detenções.

E isto não obstante o abandono por parte do governo de Hong Kong, região administrativa especial chinesa há 22 anos, de um dispositivo legal que visava extraditar suspeitos para a China popular.

Os protestos não têm esmorecido, os manifestantes denunciam a interferência crescente da China nos assuntos do território e continuam a pedir a demissão de Carrie Lam, a chefe do executivo local, que tem contado sempre com o apoio de Pequim.

Os transportes ficaram perturbados em larga escala no território, incluindo os voos, paralisações que alastraram a vários pontos de Hong Kong.

Jason Santos, professor de inglês nesta região administrativa especial chinesa, alega não ter ficado surpreendido com a retórica de Pequim que sempre se demonstrou pouco tolerante para com “actividades demasiado radicais”.

Ele acredita que os protestos se manterão pelo menos até ao fim do verão já que a “esmagadora maioria dos manifestantes são estudantes universitários”, actualmente de férias.

Para Jason Santos, residente em Hong Kong há 7 anos, é provável que o braço de ferro prossiga por mais algum tempo, talvez até à retoma das actividades lectivas em Setembro.

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