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Regeneração leva mais de 500 efectivos da Sonangol ao desemprego

(DR)

Mercado

Com um universo de cerca de 7 513 efectivos, as mulheres representam a minoria do total da força de trabalho (32%), o equivalente a 2 404, contra os 5 108 efectivos representados pelo sexo masculino, o que perfaz uma percentagem de 68%.

O Programa de Regeneração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) que termina em Maio de 2022, já conta com 586 efectivos no desemprego, o que demonstra uma queda na sua estrutura de capital humano ao sair dos 8 099 em 2017, para os actuais 7 513 efectivos, um decréscimo de 7%, segundo o relatório de gestão e contas consolidadas.

De acordo com o documento tornado público recentemente, esta redução é fundamentada em parte pela saída de colaboradores em função do programa de reforma da empresa, assim como alinhado a estratégia definida pela petrolífera no âmbito do programa de regeneração em curso.

Este programa visa tornar a petrolífera mais competitiva e rentável, em especial nas actividades de prospecção, pesquisa e produção de petróleo bruto e gás natural, refinação, liquefação de gás natural, transporte, armazenagem, distribuição e comercialização de produtos derivados.

Em termos de representatividade, a Sonangol E.P, segundo o relatório, foi a empresa com maior representação, com 27% da força de trabalho activa, seguida da Sonangol Distribuidora com 15%.

“Por segmento de negócio, a maior parcela da força do trabalho está concentrada no segmento Corporativo e Financeiro, seguido dos Negócios Não Nucleares, Logística e Distribuição, Exploração e Produção e no fim da lista o segmento de Refinação e Transporte”, lê-se no documento.

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