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Comissão interministerial avalia Bienal de Luanda

Angop

A Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz em África mereceu, nesta quinta-feira, em Luanda, a avaliação dos membros da Comissão Nacional Interministerial sob orientação da ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus.

A bienal, que acontece entre 18 a 21 de Setembro em Luanda e em Benguela, visa, entre outros aspectos, a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Durante o encontro, ministros e secretários de Estado receberam informações sobre o cronograma de acções desenvolvidas e a desenvolver para o êxito do evento.

Na sua intervenção inicial, a ministra Maria da Piedade de Jesus destacou a necessidade do engajamento de todos os Departamentos Ministeriais para que se possam obter os resultados desejados com a realização da primeira edição do evento em Angola.

A realização em Angola dessa actividade prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação cada vez mais estreita com a Unesco com vista a promoção de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional.

A Aliança de Parceiros para uma Cultura de Paz em África faz parte da implementação da Agenda 2030, através da realização dos seus 17 objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Dezasseis países africanos e da diáspora foram convidados para participar no evento, entre os quais Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá, na capital angolana, representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

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