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Reinauguração do monumento Angola-Cuba reforça amizade

Angop

A reinauguração do monumento Angola – Cuba, terça-feira no Luena (Moxico), reforça a amizade existente entre os dois povos, disse o representante local da Associação dos ex-estudantes angolanos em Cuba, “Los Caimaneros”, Benjamim José.

Falando no acto da reinauguração do memorial erguido em Novembro de 1988, em reconhecimento da amizade Angola – Cuba, enquadrado nas comemorações do dia 26 de Julho, o responsável afirmou que o povo angolano ficará eternamente grato aos heróicos combatentes cubanos.

Lembrou que os combatentes cubanos atravessaram tantas vezes o oceano atlântico, movidos apenas pelo desejo de defender os mais altos valores do ser humano.

Ressaltou que a República de Cuba é o país que tem contribuído para a qualificação dos quadros angolanos que hoje empenham-se no processo de desenvolvimento de Angola.

Na ocasião, o coordenador provincial da Brigada Cubana no Moxico, Wilfredo Ramirez Gutiérrez, sublinhou que “quem não guarda a história não tem direito a sonhar com o futuro”.

O também médico cubano reafirmou o compromisso de acompanhar o povo angolano e a história de Cuba, dignificando todos os mártires que deram o seu próprio sangue por um futuro melhor.

Antes de fazer o corte da fita, cujo privilégio coube ao administrador do município sede (Moxico), Valdemar Salomão, foi lido o poema do primeiro presidente de Angola, Agostinho Neto, intitulado “ Do Povo Buscamos a força”.

O 26 de Julho de 1953 marca a data em que um grupo de revolucionários cubanos assaltou o quartel de Moncada na província Cubana de Santiago, culminando com a proclamação da independência cubana, em 1959.

Para saudar a efeméride, os Caimaneros cumprem desde segunda – feira um vasto programa de actividades que compreende a realização de acções de doação de bens ao lar da terceira idade, campanha de rastreio médico, visitas ao município dos Lutchazes, à hidroeléctrica do Dala e um debate radiofónico sobre a vida de Fidel de Castro Rauz e o seu legado.

Actualmente 87 cidadãos cubanos, entre médicos e professores, laboram em regime de contrato na província do Moxico, prestando serviços nos sectores públicos de saúde e educação.

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