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Condenada a 20 anos de prisão a professora que teve relações sexuais com aluno de 13 anos

A professora da escola primária Las Brisas, no Arizona, nos Estados Unidos, enfrenta uma condenação de 20 anos de prisão depois de ter tido relações sexuais com um aluno de 13 anos.

A professora da escola primária Las Brisas, no Arizona, nos Estados Unidos, enfrenta uma condenação de 20 anos de prisão depois de ter tido relações sexuais com um aluno de 13 anos. A mulher, Brittany Zamora, de 28 anos, admitiu no passado dia 12 que é culpada pelos encontros e pelas mensagens trocadas entre os dois.

De acordo com os relatórios policiais, citados pelo Impala, Brittany Zamora, na altura com 27 anos, teve relações sexuais com o aluno dentro do carro, enquanto os restantes alunos da turma assistiam a um vídeo colocado por ela. A docente chegou mesmo a abordar sexualmente o rapaz dentro da sala de aula. O relacionamento entre ambos durou cerca de 3 meses, até ser exposto.

Caso descoberto pelos pais do menor
O caso foi descoberto pelos pais do rapaz quando reparam na mudança de comportamento do filho enquanto trocava mensagens com alguém. Depois de instalarem a aplicação Sentry Parental Control, que envia um alerta para o telemóvel dos pais de imagens ou conteúdos inapropriados – tiveram acesso às conversas do filho com a docente.

Segundo o Arizona Republic, Brittany Zamora lamentou, durante o julgamento, o erro que cometeu. «Vivi a minha vida toda a respeitar e a tentar obedecer a todas as leis. Eu não sou uma ameaça para a sociedade», assumiu a mulher. A mãe do menor afirmou, durante o julgamento, que a professora traiu toda a confiança que nela tinha depositado. «Antes era uma criança inocente e agora ela roubou toda a inocência do meu filho», referiu.

O juiz lamentou a situação e decidiu que a professora não poderá sair em liberdade até mostrar uma mudança de comportamento durante os 20 anos de prisão.

Brittany Zamora foi presa em Março de 2018 por suspeitas de assédio sexual ao aluno. Contudo, ficou em prisão preventiva por ter permanecido em silêncio durante o primeiro interrogatório.

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