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Plano para evitar fogos em Pedrógão violava lei e calculava mal o risco

(DR)

TSF

Ofícios e avaliações do Instituto da Conservação da Natureza e Floresta (ICNF) revelam as razões para Pedrógão Grande não ter o obrigatório plano de defesa da floresta no dia do fogo que matou 66 pessoas.

Nem uma, nem duas, nem três: entre 2015 e 2019, o Plano Municipal de Defesa da Floresta contra Incêndios de Pedrógão Grande, agora aprovado há dias, foi chumbado quatro vezes pelo Instituto da Conservação da Natureza e Floresta (ICNF).

Depois de mais de um ano a pedir acesso aos documentos que justificam que no dia do incêndio, que matou 66 pessoas e feriu mais de 200, Pedrógão Grande não tivesse um plano de defesa da floresta, a TSF foi autorizada a consultar a documentação arquivada no ICNF e que não está na acusação do Ministério Público que chegará em breve a julgamento.

Os documentos revelam que o último plano entregue pelo município antes do grande incêndio contrariava a legislação para proteger a floresta e tinha falhas inaceitáveis nos mapas de perigo e risco de incêndio feitos para o concelho.

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