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Organismo do Banco Mundial instala-se em Luanda para financiar sector empresarial privado

Bandeiras do Banco Mundial e de Angola, sob o fundo da instituição. (DR)

Expansão

Governo e IFC estavam em negociações para que esta instituição abrisse uma representação permanente em Luanda. Empresas ligadas a Pessoas Politicamente Expostas ficam de fora.

A Corporação Financeira Internacional (IFC, sigla em inglês), instituição especializada no apoio ao sector privado que integra o Banco Mundial, vai abrir um escritório em Luanda já no próximo mês de Agosto, apurou o Expansão junto de fonte do organismo.

Governo e IFC estavam em negociações há vários meses para que esta instituição abrisse uma representação permanente na capital do País. A organização já deu início ao processo de recrutamento daquele que será o representante em Angola que até poderá ser um angolano, avançou fonte do Banco Mundial.

“O IFC vai dar um forte apoio ao processo de diversificação económica do País já que é especializado em financiar o sector privado. Recentemente, um dos responsáveis máximos da instituição disse que a potencialidade de financiamento a Angola devia atingir, por ano, valores semelhantes aos da Nigéria, que rondam os dois mil milhões USD”, acrescentou a fonte. A similiaridade das duas economias e das necessidades ao nível das infra-estruturas básicas, justifica esta comparação.

Em Setembro do ano passado, Sérgio Pimenta, vice-presidente do IFC para África e o Médio Oriente, numa visita a Angola, adiantou ao Expansão que, a vir para o País, a instituição não financiará empresas angolanas com Pessoas Politicamente Expostas: “O IFC não financia empresas com Pessoas Politicamente Expostas e, por isso, é evidente que num país em que há mais ligações entre a classe política e económica, fazemos menos operações”, admitiu.

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