InicioCulturaArtesModa junta criadores angolanos, congoleses e gaboneses

Moda junta criadores angolanos, congoleses e gaboneses

O desfile de moda, com a apresentação de peças produzidas à base do pano do Congo, fechou o segundo dia do FestiKongo, na cidade de Mbanza Kongo.

Apostando em cores vivas, características dos tecidos usados para a produção das peças de roupa, diz Angop, estilistas angolanos, congoleses democráticos e gaboneses brindaram os presentes, entre os quais a ministra da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, com uma noite africana.

Com a missão de mostrar que a região central africana (Angola, Congo Brazzaville, Gabão e RDC) tem potencialidades para desenvolver a indústria da moda, os criadores usaram da imaginação e mostraram o que valem e o que têm produzido para alavancar o mercado da moda nos respectivos países.

Em pouco mais de duas horas, público e criadores saíram do local do evento com a satisfação de terem contribuído para a divulgação e valorização do produto made in África.

Para além da moda, o dia ficou marcado com a realização de um workshop sobre “ Os desafios da protecção e circulação dos bens culturais em África”, que decorreu em Mbanza Kongo, lançamento de obras literárias, festival de teatro, desfile de grupos carnavalescos, espectáculo de dança e concerto gospel.

O evento esteve enquadrado nas actividades da primeira edição do Festival Internacional da Cultura Kongo (Festikongo), aberta nesta sexta-feira, em Mbanza Kongo, pelo Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, e com término previsto para o dia 8 de Julho.

Inserido nas festividades do Dia da cidade de Mbanza Kongo, que se assinala a 8 de Julho, o FestiKongo consta das nove recomendações da UNESCO, no âmbito da inscrição do Centro Histórico da capital do antigo Reino do Kongo na lista do Património Mundial.

O festival conta com a participação de agentes culturais de Angola, Congo Brazzaville, República Democrática do Congo e do Gabão, países que integravam o antigo Reino do Kongo. Mbanza Kongo, capital do antigo Reino do Kongo, é detentora de um património material e imaterial excepcional.

A cidade foi inscrita na lista do Património Mundial da Unesco a 8 de Julho de 2017, durante a 41.ª sessão do Comité deste órgão, que decorreu na cidade polaca de Cracóvia (Polónia).

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