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Doze anos depois, Brasil vence Peru e volta a conquistar Copa América

Legenda da Imagem (EPA)

RTP

A equipa orientada conquistou o troféu pela nona vez. A equipa do treinador Tite apresentou-se muito disciplinada tacticamente e geriu a vantagem alcançada mesmo perto do intervalo (2-1). Perto dos 90, um penalti convertido ditou o 3-1 final.

Os “canarinhos” já tinham vencido por oito vezes a prova, quatro delas em outras tantas edições disputadas em solo brasileiro (1919, 1922, 1949 e 1989). Um historial que inspirava para este jogo.

Everton inaugurou o marcador aos 15 minutos de jogo, após bom trabalho de Gabriel Jesus na direita. O Brasil preparava-se para ir para o intervalo a vencer por 1-0, mas um penalti (Guerrero), aos 44′, permitiu o empate ao Peru.

No entanto, passado um minuto, o Brasil, novamente com Gabriel Jesus em destaque, marcou o 2-1 e foi para os balneários em vantagem nesta final da Copa América, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Sem correr riscos, os anfitriões mantiveram a consistência nas linhas defensivas durante a segunda metade do jogo. O objectivo passava por surpreender os peruanos, que contaram com Carrillo, em jogadas rápidas quando a bola rolava em terreno adversário.

A equipa orientada por Tite apresentou-se muito disciplinada tacticamente quase não permitindo os ataques peruanos face ao resultado de 2-1.

Mesmo assim, a meio desta 2.ª parte assistiu-se a um Peru mais atrevido e insistente, embora sem criar lances de perigo.

Aos 59′, Gabriel Jesus destacou-se mas pela negativa. Viu o segundo amarelo e foi expulso, deixando os adeptos brasileiros mais assustados com a sua selecção em inferioridade numérica.

Um episódio que deixou o Peru mais confiante. O “credo na boca” veio a seguir quando Flores rematou uma “bomba” de pé esquerdo, fora da área, mas o esférico saiu ao lado da baliza de Alisson.

O Brasil optou, então, por tentar jogar e manter a bola junto à área peruana quando ainda faltavam cerca de dez minutos para o apito final e num momento em que foi a jogo o ex-FC Porto Éder Militão, numa estreia na competição.

No relvado notava-se um futebol de traços sul-americanos, muito calculista e algo lento.

Aos 86′, sem que nada o fizesse esperar, surge um penalti a favor do Brasil, a ultrapassar os limites da carga de ombro, com Richarlison a transformar em golo – e no título da Copa América 2019 – a vantagem “canarinha” por 3-1. Jogava-se o minuto 89 e era altura do futebol dar lugar à festa brasileira.

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