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ONU e Moçambique desenvolvem plano para apoiar mulheres em zonas de conflito

DN|Lusa

A ONU e o governo moçambicano estão a desenvolver um plano conjunto para recuperação socioeconómica de mulheres em zonas de conflito.

“As mulheres e raparigas são as que mais sofrem o impacto de conflitos” precisou Alberto Muvala, técnico do Ministério do Género, Criança e Acção Social, salientando que o último conflito politico militar, sobretudo na região centro do país, agravou a pobreza e a vulnerabilidade das mulheres.

O responsável falava depois de um encontro realizado na quarta-feira em Chimoio, Manica, centro de Moçambique, num intercâmbio com organizações da sociedade civil, que atuam em áreas sociais e de direitos humanos.

O plano conjunto surge em resposta à agenda da Mulher, Paz e Segurança, uma das resoluções adotadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas para a cessação completa de todos os atos de violência sexual associados a situações de conflitos armados.

A resolução apela ainda à adoção pelos estados signatários de uma abordagem centrada em sobreviventes.

Várias mulheres da região centro de Moçambique, disse, além de terem sido forçadas a se deslocarem das zonas de origem, devido ao conflito, perdendo suas fontes de rendimento, foram vítimas de violação e exploração sexual e afastadas de práticas legais, sociais e religiosas.

A ONU Mulher encomendou um estudo em 14 distritos onde será implementado o plano de ação, nas províncias de Cabo-Delegado (norte), Manica, Tete, Sofala e Zambézia (centro) e Inhambane e Gaza (sul).

O estudo a ser concluído este mês deverá ajudar a especificar o tipo de projeto a ser desenvolvido em cada distrito e o número de mulheres a serem abrangidas.

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