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País evolui nos indicadores de saúde

O número de mortes por malária em Angola reduziu para seis mil em 2014 contra 20 mil no ano 2000 (Foto: África Today)

Angola tem estado a evoluir nos indicadores de saúde, com destaque na redução da mortalidade materna e infantil, de acordo com um relatório do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA).

De acordo com a Angop, o documento aponta ainda melhorias, no país, na paridade de género no ensino primário e secundário, no direito de igualdade de género, no empoderamento da mulher e aumento da sua participação na vida económica, social e politica.

A população angolana está estimada em 25 milhões de habitantes, segundo dados definitivos do censo 2014. Até 2050 Angola terá Sessenta e sete milhões 927 mil e 825 é o número de habitantes de acordo com a projecção da população do Instituto nacional de Estatística (INE).

O relatório da UNFPA sobre “O estado da população mundial/ 2019”, apresentado nesta quarta-feira, em Luanda, indica por outro lado, que em todo mundo a taxa de mortalidade materna baixou de 385 mortes por 100.000 nascidos vivos em 1990 para 216 por 100.000 em 2015.

Dois terços de todas as mortes maternas ocorrem hoje na África subsariana, bem como as altas taxas de gravidez na adolescência.

As taxas de natalidade dos adolescentes diminuíram de 65 nascimentos por 1.000 mulheres em 1994 para 44 por 1000 mulheres durante o período de 2015/2019.

A percentagem de mulheres jovens entre 20 e 24 anos que se casaram antes dos 18 anos reduziu de 34 porcento em 1994 para 25 porcento em 2019.

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