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‘Tem que ter acusação grave’, diz Bolsonaro sobre pressão por demissão de ministro do Turismo

O presidente Jair Bolsonaro em solenidade no Planalto 24/06/2019 (Foto: Adriano Machado / Reuters)

O Globo | Gustavo Maia

PF indiciou três assessores ligados ao ministro Marcelo Álvaro Antônio no caso de desvios de recursos por meio de candidaturas-laranja do PSL

O Presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que, por enquanto, não há nenhuma acusação grave contra o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio . Ao ser questionado sobre a permanência do chefe da pasta no cargo, o presidente disse que só tomará uma “providência” caso alguma acusação seja confirmada.

– Por enquanto temos 22 ministros, sem problema. Tem que ter acusação grave, acusação com substância. Por enquanto não tem nada contra ele ainda. Se o assessor falar e for confirmado que ele tem participação, daí a gente toma uma providência.

Três assessores ligados ao ministro do Turismo foram indiciados pelo caso de desvios de recursos por meio de candidaturas-laranja do PSL. Eles haviam sido presos temporariamente na quinta-feira passada , durante a Operação Sufrágio Ostentação, e foram soltos nesta segunda-feira .

A PF acusa Mateus Von Rondon, atual assessor especial do ministro; Roberto Silva Soares, que coordenou a campanha de Marcelo Álvaro Antônio ao cargo de deputado em 2018, e Haissander Souza de Paula, ex-funcionário do seu gabinete, pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, emprego ilícito do fundo eleitoral e associação criminosa.

Álvaro Antônio não figura entre os indiciados. Por causa de uma possível participação nesses crimes, também foram indiciadas quatro candidatas-laranja usadas para os desvios.

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