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Primeiros ensaios da barragem do Luachimo em 2020

Barragem hidroeléctrica do Luachimo (DR)

Os primeiros ensaios para o funcionamento da barragem hidroeléctrica do Luachimo, cujas obras de ampliação estão em curso desde Fevereiro de 2016, acontecem no primeiro semestre de 2020.

De acordo com a Angop, as obras de ampliação da barragem vão elevar a capacidade de produção e distribuição de energia, de oito para 34 megawatts.

O projecto que custou 212 milhões de dólares aos cofres do Estado, vai permitir a expansão de energia, que beneficiará 186 mil pessoas residentes na cidade do Dundo e nos municípios de Cambulo e Lucapa, incluindo as localidades de Fucauma, Cassanguidi, Luxilo e Calonda.

O projecto energético contará com uma central composta por quatro grupos geradores de 8.5 megawatts cada.

Com a entrada em funcionamento da barragem, cujos primeiros testes acontecem no primeiro semestre de 2020, a província passará a contar com cerca de 64 megawatts de energia, somando com os actuais 30 da central térmica.

Em declarações à imprensa, o engenheiro da obra, Arlindo Carlos, disse durante a visita dos deputados do grupo parlamentar do MPLA, no referido projecto, que actualmente estão a ser construídas as bases para a colocação das turbinas, a vazão das águas, ampliação do canal e os pilares das comportas de regulação.

A construção da barragem hidroeléctrica de Luachimo data de 1950. Entrou em funcionamento em 1957.

No final da visita, o presidente do grupo parlamentar do MPLA, Américo Cuononoca, admitiu que a entrada em funcionamento da barragem, vai atrair investidores para o sector industrial, hotelaria e agro-indústria.

Apelou ao empreiteiro, no sentido de concluir as obras nos prazos estabelecidos, tendo em conta o seu valor económico e social para a província da Lunda Norte.

As jornadas, sob o lema “Angola, para um Desenvolvimento Sustentável Rumo às Autarquias Locais”, vão permitir avaliar as condições sociais, económicas e produtivas de cada município da Lunda Norte.

Durante quatro dias, os deputados tomarão contacto com o estado das infra-estruturas dos municípios, bem como vão avaliar o grau de implementação das acções do Plano de Desenvolvimento Nacional e do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (PRODESI).

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