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Vice-presidente do MPLA quer reforço da solidariedade

LUÍSA DAMIÃO, VICE-PRESIDENTE DO MPLA, DOA BENS ÀS VÍTIMAS DA SECA DO CUNENE (FOTO: CACHIVA)

Angop

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, destacou, nesta terça-feira, em Ondjiva, província do Cunene, a necessidade de se reforçar os laços de união, solidariedade, coesão, patriotismo e harmonia entre os angolanos.

A responsável partidária, que falava durante um acto de entrega de 50 toneladas de bens diversos para apoiar a população vítima da seca da província do Cunene, adiantou que a região sul do país espera de todos os angolanos mais acção e união.

“Nesta altura, devemos multiplicar os gestos de solidariedade para ajudar a população heróica da província do Cunene. Não se trata de dar o que nos sobra, mas sim partilhar o pouco que temos”, reforçou Luísa Damião.

O MPLA, de acordo com a dirigente, é um partido de causas nobres, e a presença na província do Cunene é mais uma demonstração desta característica, mostrando que a população desta parcela mais a sul do país não está sozinha nesta batalha.

Luísa Damião avançou que o MPLA, dentro dos seus desafios, deve governar com e para a população, através de maior proximidade e mais diálogo com os cidadãos, com o intuito de reforçar as acções pela cidadania.

Adiantou que o MPLA tem pela frente grandes desafios, entre os quais as eleições autárquicas de 2020, que acontecem, pela primeira vez no país, razão pela qual chamou a atenção dos militantes do partido para o reforço das suas acções nas comunidades.

Durante a sua estada no Cunene, a delegação integrada pelos secretários para a Informação, Albino Carlos, para os Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Pedro Neto, para a Administração e Finanças, Diógenes de Oliveira, e para a Política Social, Yolanda dos Santos, interiou-se da situação da população da comunidade de Omunghonga.

A província do Cunene vive, desde Outubro de 2018, uma acentuada crise, com 857 mil e 443 pessoas (de um total de 171 mil 488 famílias) e um milhão de cabeças de gado afectados pela seca, que já matou 26 mil e 267 animais, entre bovinos, caprinos e suínos.

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