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Número de mortos em ataque a aldeias no Mali sobe para 41

Al-Qaeda assume autoria de ataques a tropas da ONU no Mali (DR)

O número de mortos durante ataques a duas aldeias dogon, que na segunda e na terça-feira terão sido realizados por membros da etnia fulani no centro do Mali, subiu para 41, segundo um documento interno das Nações Unidos.

A missão da ONU no Mali (MINUSMA) relata que “dois ataques de elementos armados fulani em Yoro e Gangafani nos dias 17 e 18 de junho resultaram na morte de 41 membros da comunidade dogon”, indica uma nota interna citada hoje pela agência France-Presse.

Durante a noite de terça-feira, o Governo maliano anunciou um “balanço provisório oficial de 38 mortos e inúmeros feridos”.

De acordo com o documento da ONU, os ataques provocaram a deslocação de 750 pessoas para a localidade vizinha de Dinagourou e de um “número indeterminado” para o Burkina Faso.

Segundo a Lusa, o Mali tem sido palco de violência e conflitos, com especial incidência no norte do país. Para combater esta violência, várias missões internacionais estão presentes neste território da África Ocidental.

Desde 2015 que essa violência se começou a espalhar para o centro e sul do país, onde enormes áreas continuam fora do controlo das forças malianas, francesas e das Nações Unidas.

A MINUSMA anunciou no final de maio que a sua divisão dos direitos humanos registara até então “pelo menos 488 mortes” desde janeiro de 2018 em ataques contra membros da população fulani nas regiões centrais de Mopti e Ségou.

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