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Novos réus do caso Augusto Tomás serão interrogados hoje

(DR)

Os quatros co-arguidos, acusados de defraudar somas avultadas do Conselho Nacional de Carregadores (CNC), podem ser ouvidos esta quarta-feira, depois de terminar o interrogatório ao antigo ministro dos Transportes, Augusto Tomás, prevista para o período desta manhã.

Além de Augusto Tomás, estão arrolados, no processo 02/17, os ex-gestores da direcção do CNC, nomeadamente, Rui Manuel Moita, Isabel Bragança, Manuel Paulo e úrico da Silva.

De acordo com a Angop, todos foram acusados e pronunciados de indícios de prática de peculato, violação de normas de execução de orçamento, branqueamento de capitais e abuso de poder na forma continuada.

“Eu ainda tenho mais três questões para o réu Augusto Tomás, para amanhã, (hoje) e depois passo à instância e a outros mandatários dos demais réus que devem ser interrogados ainda esta quarta-feira”, foi assim que o juiz relator da causa “bateu” pela última vez, na sessão, o martelo na mesa.

A sessão de terça-feira, a sexta, ficou marcada com a decisão do juiz presidente da causa em soltar o réu Manuel António, passando a responder o processo em liberdade, devido ao seu estado de saúde débil.

O relatório médico recomenda que o réu deve realizar exames periódicos, mudança de dieta e do estilo de vida, o que pesou na reapreciação da medida de coação pessoal, prisão domiciliar.

Com a medida, Manuel Paulo passa a responder em liberdade, sob termo de identidade e residência, proibição de saída do país e obrigação de apresentar-se quinzenalmente no cartório do Tribunal Supremo.

As sessões de julgamento decorrem na Câmara Criminal do Tribunal Supremo.

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