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Mortalidade por malária cresce nos hospitais da Huíla

(DR)

Pelo menos 290 pessoas morreram de malária de Janeiro a Junho deste ano na Huíla, de um universo de 170 mil 700 casos diagnosticados, observando-se um aumento de 286 casos e 98 óbitos, em relação ao igual período de 2018.

Em declarações hoje (quarta-feira) à Angop, no Lubango, o supervisor do programa provincial de luta contra a malária na província da Huíla, Domingos Angelino Tchymbuli, observou que desses números, 60 mil 338 casos afectaram mulheres grávidas com consultas pré-natal, tendo resultado em quatro mortes, ao passo que na faixa etária dos cinco e 14 anos foram notificados 286 óbitos.

Referiu que o município de Caconda registou quatro mil 171 casos, com 14 óbitos, Cacula 830 (quatro óbitos), Caluquembe mil 205 (28 óbitos), Chicomba 19 mil 252 (11 óbitos), Chipindo 13 mil 595 (53 óbitos), Cuvango 15 mil 811 (29 óbitos), Jamba 10 mil 715 (24 óbitos) e Matala 22 mil 506 (29 óbitos).

O município de Quipungo registou no período em referência nove mil 808 casos que resultaram em sete óbitos, Lubango dois mil 672 (86 óbitos), Quilengues mil 230 com quatro óbitos, 335 com apenas um óbito, ao passo que os municípios dos Gambos e Chibia, respectivamente 290 e 638 casos sem registo de óbitos.

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