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Conselho de Segurança da ONU condena violência no Sudão

O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou “firmemente” a violência no Sudão e apelou aos militares no poder e ao movimento de protesto que trabalhem juntos para encontrar uma solução para a crise.

Num comunicado divulgado na terça-feira, os membros do Conselho de Segurança da ONU apelaram ao fim imediato da violência contra civis e salientaram a importância do respeito pelos direitos humanos.

Na semana passada, a China e a Rússia não aprovaram a publicação de um texto semelhante.

“Os membros do Conselho condenaram firmemente a recente violência na República do Sudão”, lê-se na declaração.

De acordo com a Lusa, desde a dispersão violenta de um acampamento da oposição, no passado dia 3, frente ao Quartel General das Forças Armadas em Cartum, 118 pessoas morreram e mais de 500 ficaram feridas, segundo uma comissão de médicos próxima do movimento de protesto, a maioria durante esta violenta dispersão.

“Os membros do Conselho apelaram a todas as partes para que continuem a trabalhar em conjunto em busca de uma solução consensual para a atual crise”, refere o texto.

Os diplomatas assinalaram que o comunicado preparado pela Alemanha e pelo Reino Unido encontrou alguma resistência por parte da China e da Rússia, que não queriam emitir uma condenação.

O movimento de protesto sudanês concordou na terça-feira em retomar as negociações com os militares para encontrar uma saída para a crise, segundo a mediação etíope.

A Aliança para a Liberdade e a Mudança (ALC), principal força dos protestos, também pediu aos sudaneses para “voltarem ao trabalho na quarta-feira (hoje)”, depois de mais de três dias de desobediência civil.

O Sudão vive desde dezembro uma revolução popular sem precedentes que conduziu à deposição, em abril, do Presidente, Omar al-Bashir, substituído por um Conselho Militar Transitório.

Apesar da mudança, os manifestantes continuaram nas ruas, reclamando uma transferência de poder para os civis, enquanto decorriam negociações.

As negociações entre os movimentos de contestação e a Junta Militar fracassaram em 20 de maio, com as duas partes a quererem assumir a liderança do período de transição de três anos.

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