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Ministério da Justiça disponibiliza mais dados do Relatório Mueller

Foto mostra o procurador especial Robert Mueller após encontro em Washington, nos Estados Unidos, em 20 de junho de 2017 (Afp)

VOA

Os democratas do Congresso dos Estados Unidos conseguiram um raro acordo para investigar o Presidente Donald Trump, com o Ministério da Justiça, que aceitou disponibilizar mais evidências obtidas na investigação do procurador especial Robert Mueller.

O compromisso, uma incomum concessão de Trump nasua campanha de bloqueio contra os democratas da Câmara, aconteceu pouco antes de um painel da Casa ter recebido o depoimento de mais de quatro horas de John Dean, uma figura histórica do caso Watergate, qu7e levou à renúncia do então Presidente, Richard Nixon.

Antes de Dean falar ao Comité de Justiça da Câmara, Trump aproveitou a oportunidade para criticar o ex-assessor da Casa Branca no Governo Nixon, chamando-o de “advogado sujo” no Twitter.

Dean disse ao painel que havia semelhanças entre o relatório da investigação feita por Mueller, publicado de maneira parcial em meados de abril, e um documento de 1974, conhecido como o Mapa de Watergate, no qual um procurador especial apresentava o caso contra Nixon.

“Mueller disponibilizou um mapa a esse comité”, disse Dean, que foi parte de um painel de testemunhas.

O relatório e Mueller concluiu que a Rússia interferiu nas eleições americanas de 2016 e que a campanha eleitoral de Trump tinha múltiplos contactos com autoridades russas.

Mas o relatório encontrou evidências insuficientes para estabelecer uma conspiração entre a campanha e o governo de Moscou.

O documentoi também indicou 10 momentos nos quais Trump tentou interferir na investigação de Mueller mas se recusou a emitir um julgamento sobre se aquilo representaria obstrução de justiça.

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