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Sociedade chora tenor angolano

TENOR GOMES DOMINGOS (ARQUIVO) (FOTO: ANGOP)

A sociedade angolana, em particular a classe artística, continua a reagir a morte do tenor angolano Gomes Domingos, ocorrida na madrugada de sábado, em Luanda, vítima de doença.

Nas redes sociais, vários artistas, jornalistas, políticos e actores da sociedade civil destacam as qualidades do ex-integrante do grupo os Lyrikhus.

No seu comentário no facebook, escreve Angop, a vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, escreveu que o país perdeu um dos líricos, um profissional dedicado, jovem educado que orgulhava com o seu talento.

Por seu turno, o secretário de Estado para as Tecnologias de Informação, Manuel Homem, considera ser uma perda difícil para o país, em particular, para o mundo artístico.

Um dos poucos angolanos que esteve sempre ligado a Gomes Domingos é Bruno Neto, colega nos Lyrikhus, que considera como “um golpe muito duro. Agora que as coisas já estavam a fluir, uma enfermidade levou o Gomes”.

O mesmo sentimento é exteriorizado pela promotora de evento culturais, Rosa Roque, que considera, no seu comentário, a morte do artista como “pouca sorte” dos angolanos.

Surpresa com a morte do tenor, a jornalista Kina dos Santos escreveu “está com Deus. Ficamos no vazio”.

“Não consigo acreditar, tínhamos muitos projectos. A tua família, os Lirikus… Ai Deus” é assim que o actor de teatro Sizainga Raul demonstra a sua tristeza na sua página no facebook.

Para Bigu Ferrira é uma perda para o futuro da música em Angola”, enquanto Kizua Gourgel espera que hajam excelentes memorias sobre Gomes Domingos.

Sobre a morte do tenor, de 39 anos de idade, a cantora Sandra Cordeiro adianta que o “mundo da música angolana ficou mais pobre. “Um dos poucos, grandes músico lírico que Angola perdeu”,diz Sandra Cordeiro.

Gomes Domingos integrou Os Lyrikhus com Emanuel Mendes, Bruno Neto e Armando Zibungana, agrupamento musical formado em 2009, depois de um convite da Embaixada de Angola, em Cuba, enquanto estudantes de Música, na Universidade das Artes, em Havana.

Antes da sua morte, além de cantar, era docente universitário no Instituto Superior de Artes (ISART) e estava presente no processo de dinamização de actividades artísticas de canto lírico, por meio de concertos e intercâmbio com outros cantores da mesma esfera.

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