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Tribunal mantém prisão preventiva de Zucula

(DR)

Folha de Maputo

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo decidiu manter o antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula em prisão preventiva e libertar Emilliano Finocch mediante pagamento de uma caução de 20 milhões de meticais.

Os dois são acusados de envolvimento no esquema de corrupção que permitiu a aprovação da construção do Aeroporto Internacional de Nacala. Paulo Zucula vai responder o processo sobre o caso Odebrecht em prisão preventiva.

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo legalizou esta quinta-feira a detenção do antigo Ministro dos Transportes e Comunicações e aplicou a medida de coação máxima ao antigo dirigente indiciado de ter recebido 315 mil dólares de suborno da construtora brasileira Odebrecht para aprovar a construção do Aeroporto de Nacala.

No processo nº 58/GCCC/17-IR, investigado pelo Gabinete Central de Combate a Corrupção (GCCC), Zucula é acusado dos crimes de corrupção passiva para acto ilícito; branqueamento de capitais e participação económica em negócio.

O antigo dirigente, lembre-se, é também arguido do caso Embraer, onde é acusado de receber subornos para facilitar a aquisição pelo Estado de aeronaves a Embraer. Recentemente foi julgado e condenado a 14 meses de prisão, convertidos em multa, por pagamentos indevidos no caso INATTER.

Na mesma ocasião, o Juiz de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo decidiu que o empresário Emilliano Finocch, também indiciado de envolvimento no caso, vai responder o processo em liberdade. Para isso deve pagar uma caução no valor de 20 milhões de meticais.

Assim o processo conta com dois arguidos detidos, incluindo o ex-ministro das finanças Manuel Chang e um em liberdade provisória.

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