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Zona de Livre Comércio prevê movimentar 1.2 biliões de consumidores

TETE ANTÓNIO, SECRETÁRIO DE ESTADO DAS RELAÇÕES EXTERIORES (FOTO: FRANCISCO MIÚDO)

A entrada em vigor da Zona de Comércio Livre continental constituiu um instrumento fundamental para a África e ao mundo, porque o mercado prevê movimentar um volume de 1.2 biliões de consumidores.

Esta componente, sublinha Angop, vem reforçar a integração regional na estimulação do crescimento económico, criação de emprego para jovens africanos, redução da pobreza e promoção das necessidades africanas mas justas e pacíficas.

O facto foi manifestado pelo secretário de Estado para as Relações Exteriores, Tete António, durante um encontro em alusão ao Dia de África, que se assinalou a 25 do corrente, promovido pelo ministério das Relações Exteriores (Mirex).

Segundo o diplomata, a comunidade africana tem demonstrado capacidade e criatividade na criação de estruturas adequadas para facilitar o alcance dos objectivos dos pais fundadores da organização em prol de uma África próspera, integrada, política e economicamente forte.

Para o efeito, destacou a adopção da agenda 20/63 com uma visão de desenvolvimento dos africanos substanciada em valores comuns estabelecendo as bases do progresso sócio económico do continente.

No ponto de vista da promoção da paz e segurança no continente, Téte António disse que existem esforços da União Africana, em colaboração com os parceiros, para a prevenção e resolução pacífica dos conflitos que possam surgir.

No seu entender, o diálogo continua a ser a solução para se alcançar a meta estabelecida pelas Nações Unidas para calar as armas no continente.

Nesta conformidade, prosseguiu, a República de Angola, em colaboração com a União Africana e a Unesco, irá albergar de 18 a 22 de Setembro do ano em curso, a primeira edição da bienal de Luanda, o fórum pan-africano da cultura da paz em África.

Entre os objectivos, consta a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura da paz no continente.

Na sua intervenção, disse que, no plano internacional, continuarão a encorajar os esforços da união africana no sentido de conferir ao continente maior peso político na arena internacional, advogando reformas de consenso, disposições e atribuições para dois acentos a membros permanentes no conselho de segurança da ONU.

Para si, o tema central da União Africana para o presente ano, “refugiados retornados e deslocados internos, soluções duráveis para o deslocamento forçado em África”, traduz a importância que a organização continental confere a esta problemática que marcou a humanidade desde os tempos remotos até a data hoje.

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