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Oposição moçambicana exige prorrogação do recenseamento eleitoral

Eleições em Moçambique (2014) (DR)

VOA | Alfredo Júnior

O Recenseamento Eleitoral, que termina a 30 deste mês, está a enfrentar vários constrangimentos que, segundo a Sala da Paz, irão afectar o alcance das metas.

Fernanda Lobato, porta-voz daquele grupo de movimentos da sociedade civil, estima que mais de um milhão de eleitores podem ser excluídos.

Há “constrangimentos persistentes como paralisações constantes provocadas por inexistência ou fragilidade de fontes alternativas de energia, postos de recenseamento que nunca funcionaram desde o início do processo, por alegados problemas técnicos”, diz Lobato.

O clima de insegurança em Cabo Delgado é outra preocupação. “O último ataque registado teve lugar no dia 17 de Maio”, recorda a porta-voz da Sala da Paz.

Argumentos para a prorrogação

Por estas e outras razões a Renamo sugere a prorrogação do período de registo Eleitoral, sobretudo nas zonas onde tem maior influência, segundo o Secretário-geral, André Majibire.

“Nós como partido estamos em contacto com a comunidade internacional para interceder junto da Comissão Nacional de Eleições e até do governo na pessoa do Chefe de Estado”, diz Majibire, cujo partido tem em curso acções para viabilizar o pedido de prorrogação do recenseamento eleitoral.

Posição idêntica apresentou o MDM, na voz de José de Sousa: “Na nossa opinião, este recenseamento devia conhecer um reajustamento para mais 15 dias …seria o ideal”.

A última actualização das autoridades eleitorais indica que pouco mais de cinco milhões de pessoas (68 por cento) foram registadas para a votação de 15 de Outubro.

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