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Especialistas defendem reforço do OGE para primeira infância

(DR)

O reforço do orçamento geral do Estado (OGE) para a Educação da Primeira Infância foi defendida, na quinta-feira, em Luanda, por especialistas do sector, de forma a ajudar a responder aos objectivos do Programa Nacional de Desenvolvimento 2018/2022.

Segundo a Angop, os especialistas deixaram esta recomendação no final do I fórum nacional sobre a educação na primeira infância, reforaçando que se promova a maior participação dos parceiros sociais, agências nacionais e internacionais na elaboração, implementação, avaliação, monitorização e financiamento das políticas do subsistema de Educação Pré-escolar.

A melhoria da oferta de Centros Infantis, para formar e educar as crianças, considerado como primeiro ciclo da estrutura de Educação Pré-escolar, e o Jardim infantil como o segundo ciclo deste nível de escolaridade, para atender os compromissos assumidos no âmbito dos direitos da criança à educação foi igualmente solicitado.

Apelaram também que haja maior divulgação dos normativos que regem o subsistema de Educação Pré-Escolar junto das comunidades, para elevar a consciência de responsabilidade, bem como a implementação contínua dos programas que permitam a equidade de oportunidades e de estimulação a aprendizagem e bem-estar das crianças e consequentemente das famílias.

Para o efeito, referiram ser necessário que se criem condições matérias e estruturais para a implementação de modelos alternativos institucionais e não institucionais como forma de mitigar carências no acesso, atendimento e cuidados na primeira infância.

De igual modo, pediram que se reforcem as competências dos educadores de infância, auxiliares da acção educativa, para que sejam capazes de diagnosticar e avaliar as aprendizagens.

Os especialista afirmaram que para se ter um subsistema de educação na primeira infância profícuo é necessário que haja uma planificação eficiente, um currículo contextualizado, uma maior atenção na formação dos agentes educativos que trabalham com esta franja etária, um maior envolvimento das famílias e comunidades, uma regulamentação exequível e consequentemente a monitorização de todo processo.

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