- Publicidade-
Smooth Jazz Rádio Calema
Inicio Política Empresa e dirigentes espanhóis julgados por corrupção na venda de armas a...

Empresa e dirigentes espanhóis julgados por corrupção na venda de armas a Angola

A Justiça espanhola decidiu ontem em Madrid levar a julgamento três empresas, entre as quais a pública de armamento Defex, e 24 pessoas por alegada corrupção em negócios com as autoridades de Angola.

Segundo o juiz da Audiência Nacional, José de la Mata, citado pelo Jornal de Angola, um tribunal especial que investiga e julga os casos mais graves de corrupção, existem indícios sólidos que indicam a negociação de contratos de fornecimento de material para a polícia que consistia em “conseguir contratos públicos mediante o pagamento de comissões ilícitas a autoridades e funcionários públicos angolanos”.

O magistrado José de la Mata sustenta, no auto de abertura do julgamento, que foram dadas comissões extraordinárias a agentes e dirigentes de várias empresas espanholas, que “aproveitaram para se apropriar de quantidades multimilionárias a partir dos contratos (…) para benefício próprio”.

Entre os crimes que vão ser julgados estão os de corrupção em transacções comerciais internacionais, delito contra o Tesouro, apropriação indevida de fundos públicos, lavagem de capitais, falsificação de documentos e associação ilícita.

Por seu lado, a procuradoria anti-corrupção pede penas de prisão que vão de dois a 50 anos para os acusados.

Entre os antigos dirigentes da Defex envolvidos estão o ex-presidente da empresa, José Ignacio Encinas, e o antigo director comercial, Manuel Iglesias-Sarriá, que enfrentam a pena maior de 50 anos e sete meses de prisão.

O magistrado esclareceu que, para ficar em liberdade, os 24 acusados terão de depositar fianças que, no total, ultrapassam os 400 milhões de euros (entre a multas e a responsabilidade civil).

A Defex, empresa detida em 51% pela Sociedade Estatal de Participações Industriais (SEPI) espanhola, está a ser investigada desde 2014 pela Audiência Nacional, por um esquema de contratos de venda de armas e equipamento de defesa em diversos países: Angola, Camarões, Egipto, Brasil e Arábia Saudita.

- Publicidade -
- Publicidade -

“O Mali está sob o controlo profundamente cerrado das Forças Armadas”

O Presidente de transição do Mali, nos próximos 18 meses, vai ser o coronel na reserva, Bah N’Daw, auxiliado pelo vice-presidente que é o...
- Publicidade -

Dois policiais são baleados durante protestos em Louisville, nos EUA

Nesta quarta-feira (23), dois policiais foram baleados durante protestos em andamento em Louisville, nos Estados Unidos. As manifestações ocorrem após condenação de apenas um...

Justiça alemã abre novo inquérito contra suspeito do desaparecimento de Maddie McCann

O caso Maddie conheceu novos desenvolvimentos no início de Junho, com a identificação de Christian B., 43 anos, um pedófilo reincidente já condenado por...

Chuva deixa destruição na Guiné-Bissau

As chuvas torrenciais que se registaram, nos últimos tempos, na Guiné-Bissau, deixaram marcas de destruição. Da capital, Bissau, ao interior do país, cerca de mil...

Notícias relacionadas

“O Mali está sob o controlo profundamente cerrado das Forças Armadas”

O Presidente de transição do Mali, nos próximos 18 meses, vai ser o coronel na reserva, Bah N’Daw, auxiliado pelo vice-presidente que é o...

Dois policiais são baleados durante protestos em Louisville, nos EUA

Nesta quarta-feira (23), dois policiais foram baleados durante protestos em andamento em Louisville, nos Estados Unidos. As manifestações ocorrem após condenação de apenas um...

Justiça alemã abre novo inquérito contra suspeito do desaparecimento de Maddie McCann

O caso Maddie conheceu novos desenvolvimentos no início de Junho, com a identificação de Christian B., 43 anos, um pedófilo reincidente já condenado por...

Chuva deixa destruição na Guiné-Bissau

As chuvas torrenciais que se registaram, nos últimos tempos, na Guiné-Bissau, deixaram marcas de destruição. Da capital, Bissau, ao interior do país, cerca de mil...

Portugal, país euroafricano

Portugal é há muito um país euroafricano não assumido. Vozes como a da historiadora e professora Isabel de Castro Henriques, que estudam as marcas...
- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor insira seu comentário!
Digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.