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Ministro exige maior atenção nas fronteiras

Angop

O Ministro do Interior, Ângelo da Veigas Tavares, exigiu, nesta segunda-feira, do novo comandante da Polícia de Guarda Fronteira, Francisco Pereira Paiva, maior atenção na gestão e fiscalização dos limites fronteiriços, para preservar a segurança e a soberania do país.

O ministro, que discursava na cerimónia de promoção, empossamento, graduação e licenciamento à reforma de oficiais decretado, recentemente, pelo Presidente da República, disse tratar-se de uma exigência do Chefe de Estado.

Informou que estão em curso alguns investimentos para melhorar a situação nas fronteiras e espera-se do comandante a habitual entrega.

Do novo director nacional de Viação e Trânsito, Elias Dumbo Livulo, o ministro exige maior dinamismo e rigor nas acções ligadas às telecomunicações e tecnologias de informação.

Para a província de Luanda, que, na perspectiva do governante, constitui a “verdadeira preocupação” no combate a criminalidade, com a nomeação de dois novos segundo-comandantes (Divaldo Martins e Gerson Vieira Miguel), abrem-se grandes expectativas e esperanças.

Ângelo Tavares quer mais firmeza e assertividade nas respostas aos marginais que “ainda tiram o sossego da população”, e como forma de garantir segurança ao investimento privado e ao turismo.

O comandante Francisco Ferreira Paiva disse que conhece bem a “casa”, e, diferente dos anos anteriores, as fronteiras deixaram de ser palco de conflitos para dar lugar às trocas comerciais, o que exigirá maior responsabilidade das acções do efectivo.

Promete dar seguimento ao Plano de Modernização e Desenvolvimento em curso, para dar resposta a uma possível ractificação, por parte de Angola, da convenção à Zona de Comércio Livre da SADC.

Enquanto isso, o novo segundo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional, Divaldo Martins, reconhece que a capital apresenta tem muitos desafios ao nível da segurança pública, por isso pretende implementar maior abertura, para uma respostas à altura.

“O que pretendemos é abrir a discussão a todos. A polícia não pode continuar a ter a exclusividade da prevenção criminal e do seu combate”, disse.

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