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Gosta de cães? A resposta está na genética

(MIKE BLAKE)

Estudo conclui que ter um cão pode ser decidido pela genética.
Um estudo divulgado no jornal Scientific Report concluiu que a genética tem influência sobre a decisão de ter um cão.

Cientistas suecos e britânicos cruzaram a informação de mais de 35 mil pares de gémeos com os dados de registos de cães na Suécia para chegar a esta conclusão. O resultado mostra um componente hereditário impresso nos genes humanos que influencia a escolha de ter ou não um cão.

Da mesma forma, explica a SIC Notícias, os especialistas acreditam que pode estar neste componente a explicação por que certas pessoas não têm capacidade para interagir com estes animais ou, muitas vezes, sentem mesmo medo deles.

A partir da investigação, foi possível descobrir também que os donos, na amostra estudada, são na sua maioria mulheres, e que os gémeos idênticos apresentam uma taxa maior do que os não-idênticos para ter cães, sustentando assim a ideia de que a genética desempenha um papel fundamental na escolha.

“Algumas pessoas carregam genes que aumentam a probabilidade de quererem um cão (…) A escolha de possuir e cuidar de um cão depende parcialmente dos genes herdados dos pais. (…) Este tipo de estudo não pode dizer-nos exactamente quais são os genes envolvidos, mas demonstra, pela primeira vez, que tanto a genética como o ambiente desempenham papéis iguais na determinação de ter cães”, explicou explicou Patrik Magnusson, professor de epidemiologia, à BBC.

O especialista em interacção Homem-animal, Carri Westgarth, da Universidade de Liverpool, acredita que esta investigação pode ser um passo importante para ajudar a compreender os benefícios obtidos por algumas pessoas no convívio com os animais.

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