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Santana Lopes já teve alta hospitalar

O antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes e o candidato do Aliança às Europeias, Paulo Sande, sofreram um acidente de viação na A1, nesta quarta-feira, ao km 136, na zona de Leiria, no sentido Norte-Sul, sabe a TVI. (LUSA)

Antigo primeiro-ministro saiu ao início da tarde do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Pedro Santana Lopes teve esta quinta-feira alta hospitalar, depois de ter sofrido ontem um acidente na A1. O líder do Aliança passou a noite internado no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

Esta manhã, escreve a TVI24, Santana Lopes fez exames que permitiram descartar problemas graves, tendo recebido alta ao início da tarde, sabe a TVI. Paulo Sande teve alta ainda no dia de ontem.

O antigo primeiro-ministro e o candidato do Aliança às Europeias, Paulo Sande, sofreram quarta-feira um acidente de viação na A1, ao km 136 na zona de Leiria, no sentido Norte-Sul.

Ao que a TVI apurou, Santana Lopes ficou encarcerado no veículo, que conduzia, e Paulo Sande conseguiu sair do carro, que capotou várias vezes e ficou imobilizado fora do asfalto.

Para o local, foi enviado um helicóptero do INEM para transportar Santana Lopes para os Hospitais de Coimbra.

A autoestrada esteve cortada ao trânsito nos dois sentidos, entre as 18:30 e as 19:27, para o helicóptero aterrar e levantar.

O acidente, cuja alerta foi dado às 17:14, deu-se quando Santana e Paulo Sande seguiam de Coimbra para Cascais.

Paulo Sande admitiu que o despiste poderá ter sido causado pelo cansaço do líder do Aliança. “Hoje levantámo-nos às cinco da manhã nos Açores, e depois o dia inteiro de grande pressão que temos, sobretudo na sequência de muitos dias em que isto está a ser feito, este tipo de vida, este ritmo, esta pressão, acaba por gastar as pessoas, e é normal que tenha havido [fadiga], é possível, mas não sei”, salientou.

De acordo com o testemunho de Sande, era Santana Lopes quem conduzia o carro. “De repente, foi como se o tempo se tivesse suspendido e o carro saiu da estrada”. Apesar de ter admitido que seguiam “depressa para chegar a Cascais”, onde tinham outra acção de campanha, Paulo Sande indicou que o carro “não iria a muito mais de 120 quilómetros por hora” e que os ‘airbags’ não dispararam.

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